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Em filmes, livros e contos mais antigos era muito nítido a disputa entre bem e o mal, certo e o errado. Nos seriados atuais por exemplo, filmes baseados em livros, etc, não conseguimos mais conciliar esse dualismo.

No começo você odeia o cara, que aparenta ser o vilão, porém, depois de alguns episódios você começa a gostar dele. Já foi os tempos em que a protagonista inocente era a mais adorada por seus espectadores. A astúcia e esperteza de alguns "vilões" tem ganhado a admiração.

Na vida com o passar do tempo, tempos que aprender o relativizar. As vezes o que é certo é errado. O que é mal é pro bem. O que é bom pode fazer mau. Sim! Na experiencia da vida, no conhecimento de si mesmo podemos experimentar dessa liberdade de decisões.

Quando crianças eramos submetidos as ordens de nossos pais. Eles sabiam as consequências de cada ação nossa. Não que pegar uma bola de gude seja errado, mas um bebezinho tudo que pega poem na boca, e ae, passa a ser prejudicial.

Os mandamentos de Deus foram eficazes para o povo de Israel. Eram todos meninos, infantis, novos nessa experiencia do viver teocrático. Se você perceber, todos os 10 mandamentos se resumem ao um modo de viver tranquilo que nos faz viver melhor, tanto pra si quanto ao próximo. Por isso Jesus resumiu estes para unicamente dois. Ame a Deus, Ame o Próximo.

Ela não deve ser entendida de maneira dogmática "Não posso fazer isso porque na Bíblia (ou alguém) diz que não posso", e sim que "Ao meu entender, se eu fizer isso, o resultado disso tanto pra mim quanto pro outro não será agradável". É diferente. É consciente. É pensado. É sentido. É relativo a cada pessoa.

Quem gosta de nos colocar regras são os que não trabalham a consciência, nos estagnando a seres infantis. Estabeleça seus limites. Analise. Cresça!

"Portanto, não permitam que ninguém os julgue pelo que vocês comem ou bebem (...) Estas coisas são sombras do que haveria de vir; a realidade, porém, encontra-se em Cristo (...) “Não manuseie!”, “Não prove!”, “Não toque!”? Todas essas coisas estão destinadas a perecer pelo uso, pois se baseiam em mandamentos e ensinos humanos. Essas regras têm, de fato, aparência de sabedoria, com sua pretensa religiosidade, falsa humildade e severidade com o corpo, mas não têm valor algum para refrear os impulsos da carne". - Colossenses 2

"O fruto do Espírito é amor. Contra tal não há lei". - Gálatas 5:22-23

O terceiro perigo é que estar ocupado demais pode encobrir a podridão de nossa alma.

O compasso agitado da vida pode nos tornar física e espiritualmente doentes. Provavelmente isso não é surpresa para você. O que talvez não reconheçamos é que nossas agendas amalucadas muitas vezes são sinal de que um mal já se instalou.

Desde 2002 tenho me reunido a cada outono com alguns amigos do seminário. Nove dentre nós nos reuníamos semanalmente quando cursávamos o Gordon-Conwell, e quando nos formamos, fizemos um compromisso de nos encontrarmos uma vez ao ano. Comemos bastante, rimos muito e assistimos muito futebol. Também conversamos sobre nossas alegrias e lutas dos últimos doze meses. Com o passar dos anos temos observado temas conhecidos de cada um de nós. Talvez um esteja lutando com o descontentamento, outro com desânimo, outro com que direção tomar e outro com pressões relacionais no trabalho. Todos nós temos pecados que nos afligem e questões previsíveis. O meu pecado tem sido andar ocupado demais. Quando chega a hora de compartilhar, todo mundo já espera que vou falar o quanto tenho para fazer e que não sei o que eliminar da minha vida.

Embora possa soar nada saudável alguns homens crescidos continuarem lutando com os mesmos problemas ano após ano, o sinal saudável é que começamos a nos responsabilizar mais por essas dificuldades. Reconhecemos que se as mesmas questões atingem os mesmos homens todo ano, talvez a questão central esteja dentro de cada um de nós. O que diz a meu respeito o fato de que estou frequente e completamente dominado por esta questão? O que preciso aprender sobre mim mesmo? Quais as promessas bíblicas em que não estou crendo? Quais os mandamentos divinos que ignoro, quando deveria estar obedecendo? Que mandamentos autoimpostos eu estou obedecendo, quando deveria ignorá-los? O que está acontecendo dentro de minha alma para, durante todo ano, estar ocupado que nem louco ser a minha principal característica?

A presença de ocupação extrema em nossa vida pode estar apontando para problemas mais profundos — insidiosa tendência de agradar sobretudo às pessoas, ambição implacável, um sentimento de mal-estar, de falta de significado. “Ocupação em demasia serve como uma espécie de segurança existencial, um muro contra o vazio”, escreve Tim Kreider em seu artigo viral, “The ‘Busy’ Trap”, [A armadilha do ocupado] para o New York Times. “É óbvio que a sua vida não pode ser tola, trivial ou sem sentido se você estiver atarefado, de agenda completamente cheia, procurado para atender algo em todas as horas do dia”.O maior perigo com estar ocupado que nem louco é que podem existir perigos que você nunca teve tempo de considerar.

“Super ocupado” não significa que você seja um cristão fiel ou frutífero. Só quer dizer que você está ocupado, como todo mundo. E, como todo mundo, a sua alegria, o seu coração, a sua alma estão em perigo. Precisamos da Palavra de Deus para nos libertar. Precisamos de sabedoria bíblica para nos endireitar. O que realmente necessitamos é que o grande médico cure nossas almas exageradamente agendadas.

Se apenas pudéssemos tirar tempo para uma consulta!

Kevin DeYoung

Nós somos muito desesperado, ansiosos, inquietos, não sabemos esperar.

Deus podia ter feito o mundo em um piscar de olhos, porém, fez em 7 dias. Podia descer ao mundo de uma vez, mas decidiu fazer com que seu filho esperasse 9 meses para nascer e chegar aos 30 anos de idade para que começasse seu ministério. Morreu e só depois de 3 dias que ressuscitou.

Depois de 40 dias sua prisão e morte foi que seus seguidores receberam o Espírito Santo na festa do Pentecostes. Pedro conheceu Jesus de fato só depois de 3 anos andando com ele.

Então mano, a jornada com Cristo é um caminho constante e não uma porta que abrimos para chegar do outro lado e tudo acontecer 

A gloria está em ver Deus trabalhar em cada pedaço nosso.

“Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.” - II Co 3:18

Rogério Melo 

O segundo perigo é que essa ocupação desenfreada pode roubar o coração.

O semeador jogou a semente com liberalidade. Algumas sementes caíram à beira do caminho e as aves devoraram tudo. Algumas caíram em chão rochoso e brotaram rapidamente, mas murcharam com o calor do primeiro sol ardente. Algumas sementes caíram entre os espinhos que sufocaram sua frágil vida. Nesta parábola de Jesus, há uma clara progressão (Marcos 4.1–20). Em alguns corações, a Palavra de Deus nada faz. Satanás a tira, logo que acabou de ser plantada. Em outros corações, de início a Palavra cresce, mas desvanece tão depressa quanto cresceu. As perseguições e provações colocam o possível cristão fora de ação. Mas na terceira categoria de falta de sucesso no plantio, a Palavra penetra mais fundo. A planta brota, chega quase ao ponto de produzir fruto. Parece que a terra é boa. Vida nova aparentemente está formando raízes. Tudo está a caminho para uma boa colheita. Até que surgem os espinhos.

João Calvino disse que o coração humano é “uma espessa floresta de espinhos”. Jesus dá nome específico a dois deles. O primeiro ele chama de “os cuidados deste mundo” (Marcos 4.19).

Para a maioria de nós, não é a heresia ou apostasia que fazem nossa fé sair dos eixos. São as preocupações da vida. Você tem de consertar o carro. O aquecedor de água pifa. A criançada precisa ir ao médico. Você ainda não conseguiu fazer sua declaração de imposto de renda. Sua conta no banco está sem saldo. Você se atrasou em escrever notas de agradecimento. Você prometeu à sua mãe que iria para a casa dela dar um jeito de consertar a torneira. Você está atrasado no planejamento para seu casamento. O concurso ou seu exame da OAB está chegando. Tem de mandar imediatamente mais currículos. O prazo da sua dissertação de mestrado está se esgotando. O tanque está vazio. O gramado precisa ser aparado. As cortinas da casa não estão colocadas. A lavadora de roupa está sacudindo e fazendo um barulho assustador. Esta é a vida para a maioria de nós, e está sufocando nossa vida espiritual.

Um segundo espinho está relacionado ao primeiro. Jesus diz que a obra da Palavra é engolida pelo desejo por outras coisas. As coisas em si não são o problema. O problema é tudo que fazemos para obter essas coisas, cuidar delas e conseguir cada vez mais. Não é de admirar que as pessoas mais estressadas do planeta vivam nos países mais ricos? Casas de veraneio, barcos, pacotes de férias, investimentos, imóveis, motocicletas incrementadas, carro novo, casa nova, computador de última geração, novos vídeo games, nova maquiagem, novos DVDs, novos downloads, novo — tudo isso leva tempo. Ouvimos sermões sem conta sobre os perigos do dinheiro, mas o perigo verdadeiro vem depois que você gastou seu dinheiro. Uma vez que você seja o proprietário, tem de fazer a manutenção, mantê-lo trabalhando e ficar atento para as últimas melhorias. Se as preocupações na vida não nos afundam, a manutenção consegue fazer isso!

Jesus sabe do que está falando. Por mais que oremos contra o diabo e oremos pela igreja perseguida, no pensamento de Jesus a maior ameaça ao evangelho é a mera exaustão. A situação de estar ocupado demais mata mais cristãos do que balas. Quantos sermões perdem seu poder por causa de excessivas preparações de almoços ou jantares e jogos de futebol profissionais? Quantos momentos de dor são desperdiçados porque nunca paramos tempo suficiente para aprender com eles? Quantas vezes o culto particular e familiar foi esmagado por projetos de escola ou jogos de futebol? Precisamos guardar, vigiar o coração. A semente da Palavra de Deus não cresce para frutificação sem ser podada por repouso, calma e quietude.

A infiltração do mundo pornográfico está a um espaço de um clique. Não preciso nem ter a intenção de entrar. Se clico ou entro em algum site de download, está lá uma cena escrota e explícita de sexo. O ruim é que isso impregna na mente formando uma espécie de padrão psicológico, deformando-nos fazendo com que qualquer roupa na mulher ou no homem seja sexy, qual abraço ou gesto de carinho seja exitante. Atrapalha consequentemente nosso relacionamentos, e nossa capacidade de concentração.

Resumindo. Tudo o que nos controla, que nos torpece faz bastante mal! Quando mais evitarmos esse vírus, menos estaremos contaminados. Veja o video:


Por mais agitada e frustrante que a vida moderna possa ser, os maiores perigos não são as inconveniências materiais ou temporais. Uma pessoa pode fazer trabalho físico por doze horas diárias, seis dias por semana, a vida inteira e não sofrer por isso. Na verdade, ele (ou ela) poderá ser mais saudável ao fazer isso. Mas se o esforço for mental — como é o caso da maioria dos empregos e para a maioria de nós — os efeitos negativos sobre o corpo poderão ser gigantescos. Assim, não ignore o perigo físico de estar ocupado demais. Mas lembre apenas que as ameaças mais sérias são os perigos espirituais. Quando estamos ocupados como loucos, colocamos em risco nossa alma. O desafio não é apenas fazer desaparecer alguns maus hábitos. O desafio é impedir que as nossas vidas espirituais desvaneçam. Os perigos são sérios e crescentes. Poucos entre nós estão tão seguros quanto pensamos.

O primeiro perigo é que estar ocupado demais pode estragar nossa alegria.

Esta é a ameaça espiritual mais imediata e óbvia. Como cristãos, nossas vidas deviam ser caracterizadas pela alegria (Filipenses 4.4), com sabor de alegria (Gálatas 5.22) e cheias da plenitude da alegria (João 15.11). Ocupação em demasia ataca tudo isso. Um estudo diz que pessoas que viajam diariamente a serviço experimentam maior nível de estresse do que pilotos de aviões de bombardeio ou policiais. É isso que estamos enfrentando. Quando nossa vida está frenética e desvairada, somos mais propensos à ansiedade, ressentimentos, impaciência e irritabilidade.

Enquanto eu trabalhava neste livro, pude perceber em meu interior um espírito melhorado. Não por meus escritos, mas pelo tempo de folga que recebi para fazer o trabalho de escrever. Durante aquelas semanas sem as pressões de viajar, reuniões e constante preparo de sermões, descobri estar mais paciente com meus filhos, mais atento e sensível para com minha esposa, mais disposto a ouvir de Deus. É óbvio que todo mundo tem semanas e meses em que tudo que pode dar errado, e dá mesmo errado. Nesses períodos teremos de lutar com força para ter alegria no meio de muita ocupação. Mas poucos de nós lutarão agora mesmo em prol da alegria da próxima semana, enfrentando os hábitos desnecessários de ocupação atarantada que tornam a maioria das semanas em infeliz perturbação.

Há muitos anos escutei uma entrevista com Richard Swenson, médico cristão, sobre o conceito de “margem”. Não existe nada singularmente cristão sobre a ideia em si; mas existe algo muito anticristão em ignorá-la. “Margem”, diz Swenson, “é o espaço entre nosso fardo e nossos limites”. Planejar com margem significa planejar para o não planejável. Quer dizer que entendemos o que é possível a nós, criaturas finitas, e então agendamos para menos que isso!

No ano que se passou, percebi que eu não planejara nenhuma margem em minhas semanas — na verdade, tenho uma margem reversa. Olho para a próxima semana e antes de surgir qualquer interrupção ou novas oportunidades ou empecilhos, já tenho ideia de como conseguir fazer tudo. Vejo o agendamento das reuniões, os sermões que terei de preparar, os e-mails que preciso escrever, os blogs que tenho de postar, os projetos que tenho de completar, as pessoas que tenho de atender, e calculo que, se tudo der certo, ou um pouco melhor do que esperado, consigo espremer tudo na agenda. Mas, claro, não existem semanas ideais, e acabo sem nenhuma margem para absorver as surpresas. Então, eu corro, me arraso, e ocupando-me loucamente, boto a mão na massa. É só isso que consigo fazer naquele momento, porque não planejei melhor semanas atrás.

A ocupação desenfreada é como o pecado: mate-o ou ele vai matar você. Todos nós caímos num molde previsível. Começamos a nos sentir sobrepujados por um ou dois grandes projetos. Depois ficamos arrasados com o desgaste e perdemos esperança de encontrar novamente a paz e juramos que temos de mudar as coisas. Aí, duas semanas mais tarde, a vida parece mais suportável e esquecemos o que juramos até que o ciclo se repita novamente. Não percebemos que o tempo todo temos sido uns desgraçados sem alegria, retrucando sem dó e sendo pessoalmente simpáticos tanto quanto um gato arredio. Quando a ocupação vai atrás da alegria, vai contra a alegria de todo mundo.

As vezes nos deparamos com essas palavras difíceis de entender. Pesquisamos nos dicionários, perguntamos pessoas e o que temos é um significado literal ou superficial do assunto. Isso chega até a ajudar em alguns casos, porém, em outros nos atrapalha a compreender o que essa palavra, em essência existencial quer dizer.

A Palavra 'Torpe' é mencionado por Paulo de Tarso em uma das suas cartas, essa destinada aos cristãos que morava na cidade de Colossos.
"Mas agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca." - Cl 3:8
A sentido superficial significa Xingamento, ou Palavrão. Qualquer que seja a palavra, essa não deve ser mencionada. A sentindo literal significa "Característica do que é indecente, que causa vergonha." (via).

É possível falar um Palavrão e mesmo assim não dizer uma Palavra Torpe?

Sim! A palavra torpe, ao contrário dos que os cristãos conservadores ditam, não é o palavrão ou xingamento em si, mas a intensão de ofender, denigrir, diminuir uma pessoa. Ao aprofundarmos um pouco, entendendo o cerne inicial da palavra nos dará verdadeiro sentido, contextual e essencial. Procurando em outros dicionários vamos encontrar que Torpe significa: "Capaz de entorpecer"; "Desonesto, vergonhoso"; "Interesseiro".

O problema de uma palavra torpe é a energia negativa que ela carrega consigo. O bullyng é um dos exemplos. Tenho amigo que tem os dentes grandes. Eu o apelidei de vários nomes, porém, o mais "inofencivo" trazia mais "prejuízo" a ele (Coelho). Isso se tornou torpe. Quem já não ouviu alguém ao ver uma criança que dá muito trabalho dizer: "Essa criança é uma benção!"?. A palavra: Uma das mais puras que existe. A intensão: Dizer de forma sarcasta que a criança é na verdade uma maldição. 

A psicologia entende que o ato de xingar é um descarregamento da raiva. Quem já bateu o dedinho numa quina sabe do que estou falando. A menos que você seja um monge, descarregar a alma, seja em grito ou choro é lavar a alma. Guardar mágoa, tristeza e raiva nunca será bom. 

Há pessoas que tem o hábito de dizer palavrões sem a intensão de ofender. Pessoas próximas a todo tempo fazem isso. O xingamento está sujeito a interpretações. Existe por acaso algum livro que pontue quais palavras são Palavrão? "Rapariga" aqui no Brasil está relacionada a mulheres de má estima, mas em Portugal significa apenas "Garota, menina". Alguns palavrões que usamos tem apenas o motivo de intensificar uma expressão. A palavra porra, por exemplo, está junta a algum tipo de indignação. A palavra foda-se, ou foder, ou foda tem um significado relacionado a erotização, mas na maioria das vezes é colocado para expressar algo muito ruim, ou muito bom, dependendo do contexto. 

Quem entender o que estou dizendo verá que não abri o caminho para que pessoas xinguem, mas na verdade estreitei-o mais ainda, pois até uma palavra inofensiva pode entorpecer. O mandamento sempre foi e será o Amor. O Paulo sempre presou o relacionamento. O palavrão pode significar um grau elevado de intimidade, mas fique atento a reação da pessoa. O único juiz é a sua consciência. Você saberá se o ambiente ou as pessoas que estão ao seu redor será propícios para algumas palavras que podem usar.




Amor é uma coisa, apego é outra. No primeiro caso, a base é a liberdade. No segundo, o sufocamento, o auto engano.

Quem ama enxerga. Discerne a hora de ir, voltar, dizer, calar. Amar implica em ser sábio, paciente para maturação dos processos. É preciso ter calma para entender o tempo de cada coisa. É preciso ter calma e enxergar-se.

Há situações difíceis envolvendo pessoas que se amam. Pais que sobrecarregam os filhos, cônjuges que não se respeitam mais, amigos que não se perdoaram, gente vinculada por alguma magoa, pesada como uma corrente presa aos pés, tropeçando, caindo, tentando levantar.

Desapego é livrar-se da corrente, jamais das pessoas.

Pode ser preciso afastar-se por um tempo para se recuperar, ter seu próprio espaço, mudar de ambiente. Talvez seja o contrário, hora de aproximar-se, diminuindo a distância que gerou o mal entendido, quem sabe uma conversa franca e aberta seja suficiente? Não há fórmulas prontas. Apenas livre-se das correntes e saberá o que fazer. Isso é desapego.

Você pode pensar que “se apegou” a alguém. Isso é impossível. O apego está ligado à sua insegurança, aos seus medos, vazios, que se projetam em alguém.

Você não está preso à pessoa, mas em si mesmo. Podem ser pais, amigos, marido, esposa, filhos, até o cachorro. Conheço uma mulher com quase 40 anos que trata seu bicho de pelúcia como filho. O apego não está no bicho, mas nos vazios dela. O bicho só recebe essa carga. Ela não precisa se livrar do bichinho, mas encarar seus vazios.

Desapego é abrir mão do excesso. É a coragem de enxergar-se nos maus entendidos, assumir sua responsabilidade nos desgastes, repensar até que ponto tem contribuído para que as coisas estejam fora de controle. É livrar-se da corrente e prosseguir com leveza, em amor.

Amor gera auto crítica porque amor é consciência. É a gênese das desconstruções, do livrar-se da sobrecarga, do silêncio necessário para entender as causas, enxergar aonde tem errado, ter coragem para abrir mão do que precisa ficar para trás.

Jamais abandone as pessoas, ainda que em alguns casos a distância seja necessária. Jamais se omita diante da necessidade de alguém, mesmo que existam situações aonde o silêncio é mais eloquente. Nunca mate outro ser humano dentro de você, mesmo que seja importante afastar-se.

Desapego é enxergar-se no que te aflige, seja o que for, abrir mão do sentimento de vítima, entender aonde alimenta os processos e assumir que não precisa ser assim. É pacificar-se e prosseguir, amando as pessoas em liberdade, deixando as correntes pelo caminho.


Algum dia, jogando Mário, ou qualquer outro jogo, você já se deparou diante a uma fase onde julgou impossível de passar, e, depois de um tempo você conseguiu? E na vida, quem nunca bateu de frente a um problema que no momento pareceu insuperável, mas depois se resolveu? Passamos também por outros momentos de vários problemas seguidos, por decisões difíceis a serem tomadas. "Porque está acontecendo tanta coisa comigo?".

Mas, passou! "Meu Deus! Quanta coisa superei! Como ainda estou vivo? Como ainda posso sorrir depois de tudo que passei?"

Sim! Todos nós passamos e vamos passar por isso, portanto, pode chorar! Você é mulher? Chore! Homem? Chore também. É a alma que lava. É o coração que deságua. É a tristeza que fala. É o ser humano sendo humano.

Observe a história de Davi, homem valente que enfrentou Golias, um gigante da época, que travou batalhas intermináveis, sendo ameaçado de morte pelo próprio Rei. Desde pequeno defendia ferozmente seu rebanho de ovelhas contra animais carnívoros. Ele teve seu instante de deprê. Dizem que a maior tristeza de um pai é morrer depois de seu filho. Davi vivenciou a morte de um. Por dias não comeu nada, se fechou no quarto e orou a Deus para que salvasse seu filho.

MAS LEMBRE, É POR UM INSTANTE!

O luto é considerado uma emoção normal diante a perca de uma pessoa querida. É relativamente normal a pessoa sentir saudade, procurar justiça, ou mesmo se culpar pela morte. Porém, quando esse tempo tende a se estender por muito tempo - meses, anos - é necessário buscar ajuda. Psicólogos modernos já classifica o luto prolongado como transtorno mental. 

Davi ao ver que nada mais adiantaria, levantou-se, tomou um banho, se vestiu, e continuou sua vida normalmente. Seu instante já passou. Do que valeria chorar? É vida que segue! Lembrar é inevitável, mas sentir a mesma dor, encarnar tudo é morrer duas vezes. "Deixe que os mortos sepultem os mortos" já dizia Jesus. Não digo apenas em função da morte física. Sepulte sua culpa, sua tristeza, seu luto! Ele mata!

Seja uma pessoa que se foi, um amor que se foi, uma alegria que se foi, uma culpa ou mágoa que ficou. Chore o que for pra chorar. Se deságue! Deixe que o rio das lágrimas leve! Depois, levante, vista-se e caminhe! Não paralise no passado. Não morra!
Algum dia, jogando Mário, ou qualquer outro jogo, você já se deparou diante a uma fase onde julgou impossível de passar, e, depois de um tempo você conseguiu? E na vida, quem nunca bateu de frente a um problema que no momento pareceu insuperável, mas depois se resolveu? Passamos também por outros momentos de vários problemas seguidos, por decisões difíceis a serem tomadas. "Porque está acontecendo tanta coisa comigo?".

Mas, passou! "Meu Deus! Quanta coisa superei! Como ainda estou vivo? Como ainda posso sorrir depois de tudo que passei?"

Sim! Todos nós passamos e vamos passar por isso, portanto, pode chorar! Você é mulher? Chore! Homem? Chore também. É a alma que lava. É o coração que deságua. É a tristeza que fala. É o ser humano sendo humano.

Observe a história de Davi, homem valente que enfrentou Golias, um gigante da época, que travou batalhas intermináveis, sendo ameaçado de morte pelo próprio Rei. Desde pequeno defendia ferozmente seu rebanho de ovelhas contra animais carnívoros. Ele teve seu instante de deprê. Dizem que a maior tristeza de um pai é morrer depois de seu filho. Davi vivenciou a morte de um. Por dias não comeu nada, se fechou no quarto e orou a Deus para que salvasse seu filho.

MAS LEMBRE, É POR UM INSTANTE!

O luto é considerado uma emoção normal diante a perca de uma pessoa querida. É relativamente normal a pessoa sentir saudade, procurar justiça, ou mesmo se culpar pela morte. Porém, quando esse tempo tende a se estender por muito tempo - meses, anos - é necessário buscar ajuda. Psicólogos modernos já classifica o luto prolongado como transtorno mental. 

Davi ao ver que nada mais adiantaria, levantou-se, tomou um banho, se vestiu, e continuou sua vida normalmente. Seu instante já passou. Do que valeria chorar? É vida que segue! Lembrar é inevitável, mas sentir a mesma dor, encarnar tudo é morrer duas vezes. "Deixe que os mortos sepultem os mortos" já dizia Jesus. Não digo apenas em função da morte física. Sepulte sua culpa, sua tristeza, seu luto! Ele mata!

Seja uma pessoa que se foi, um amor que se foi, uma alegria que se foi, uma culpa ou mágoa que ficou. Chore o que for pra chorar. Se deságue! Deixe que o rio das lágrimas leve! Depois, levante, vista-se e caminhe! Não paralise no passado. Não morra!

SEMPRE TOMAMOS TODAS AS VACINAS: Febre amarela, febre tifoide, polio, hepatites A, B, C, D, E, F... E Malária? NÃO HÁ VACINA CONTRA A MALÁRIA. Malária se pega. Corre-se esse risco, é como a dengue. Tem que andar o dia inteiro bezuntado de repelentes. Aí tem gente que nos diz: "Bom, agora que um de vocês está quase morrendo, tá na hora de parar com isso, né?" ou "melhor se prevenir melhor, imprudência, né" ou "Chega, vocês vão pro céu já".

Deixa eu falar uma coisa de uma vez por todos: Ainda que morrêssemos TODOS, não vamos parar! Até porque, nesse caso, serviríamos de semente para a próxima geração a cruzar fronteiras por Amor! Morrer no Campo? Vixe, seria um puta orgulho! rsrs... Sabe aquele sentimento que faz um terrorista jogar um avião sobre um prédio? Sim, é o "mesmo"! SE O MAL PODE RECRUTAR GENTE PARA FAZER LOUCURAS EM SEU NOME, PORQUE O AMOR E O BEM NÃO TERIAM ESSE PODER? 

Portanto, dispenso a aflição dos que tem pena de nós. Morrer? Adoecer? FAZ PARTE! Nada nos assusta: nem Boko Haram, nem Ebola, nem sarna, nem macro-inimigos, nem micró-bios. Não somos suicidas, nem mártires, nem heróis, nem anjos, tanto que todos os dias abrimos mãos de ousadias maiores. Somos tão gente que um mosquito pode nos levar ao coma! Somos prudentes, amamos nossas vidas e famílias. Mas malária? Ora, tem gente que já pegou mais de 20 vezes. Nós - os outros expedicionários - podemos tê-la incubado ainda. Podemos estar todos doentes sem o saber! E se for o caso, é lógico que vem mais desgraçado sofrimento, mas sem comparação alguma com a "glória do porvir"! 

Sem questão nenhuma com Deus! Ninguém aqui quer ir para o céu não. Foi de lá que viemos! Ninguém aqui quer chegar em Deus. Ele já se achegou a nós. A gente não vai pra ser amado, a gente vai porque se sabe AMADO! A gente é feito da mesma merda que todo mundo, mas difícil é aguentar de 5 em 5 minutos gente que acha que estamos de turismo missionário, e agora que ficou "sério", vamos parar a "brincadeira". Não ficou sério não. Sempre foi! O risco é inerente, faz parte!!! Eu nunca iria à Nigéria passar férias. Nunca iria para agradar ninguém! OBRIGADO AOS QUE CARREGAM PREOCUPAÇÕES DE CARINHO, MAS NÃO NOS TENTEM, POR FAVOR. As coisas de Deus não se explicam pelas lógicas humanas, e muito menos de uma humanidade desumanizada, egoísta, fresquinha, dependentes de ar condicionados pra se sentir bem e morrendo de medo de sentir dor!

GITO WENDEL? (Voluntário doente)
Ora, vocês ainda o verão no Campo de novo! "O perigo é não amar!"

Marcelo Quintela
Caminho Nações - Way to the Nations
SEMPRE TOMAMOS TODAS AS VACINAS: Febre amarela, febre tifoide, polio, hepatites A, B, C, D, E, F... E Malária? NÃO HÁ VACINA CONTRA A MALÁRIA. Malária se pega. Corre-se esse risco, é como a dengue. Tem que andar o dia inteiro bezuntado de repelentes. Aí tem gente que nos diz: "Bom, agora que um de vocês está quase morrendo, tá na hora de parar com isso, né?" ou "melhor se prevenir melhor, imprudência, né" ou "Chega, vocês vão pro céu já".

Deixa eu falar uma coisa de uma vez por todos: Ainda que morrêssemos TODOS, não vamos parar! Até porque, nesse caso, serviríamos de semente para a próxima geração a cruzar fronteiras por Amor! Morrer no Campo? Vixe, seria um puta orgulho! rsrs... Sabe aquele sentimento que faz um terrorista jogar um avião sobre um prédio? Sim, é o "mesmo"! SE O MAL PODE RECRUTAR GENTE PARA FAZER LOUCURAS EM SEU NOME, PORQUE O AMOR E O BEM NÃO TERIAM ESSE PODER? 

Portanto, dispenso a aflição dos que tem pena de nós. Morrer? Adoecer? FAZ PARTE! Nada nos assusta: nem Boko Haram, nem Ebola, nem sarna, nem macro-inimigos, nem micró-bios. Não somos suicidas, nem mártires, nem heróis, nem anjos, tanto que todos os dias abrimos mãos de ousadias maiores. Somos tão gente que um mosquito pode nos levar ao coma! Somos prudentes, amamos nossas vidas e famílias. Mas malária? Ora, tem gente que já pegou mais de 20 vezes. Nós - os outros expedicionários - podemos tê-la incubado ainda. Podemos estar todos doentes sem o saber! E se for o caso, é lógico que vem mais desgraçado sofrimento, mas sem comparação alguma com a "glória do porvir"! 

Sem questão nenhuma com Deus! Ninguém aqui quer ir para o céu não. Foi de lá que viemos! Ninguém aqui quer chegar em Deus. Ele já se achegou a nós. A gente não vai pra ser amado, a gente vai porque se sabe AMADO! A gente é feito da mesma merda que todo mundo, mas difícil é aguentar de 5 em 5 minutos gente que acha que estamos de turismo missionário, e agora que ficou "sério", vamos parar a "brincadeira". Não ficou sério não. Sempre foi! O risco é inerente, faz parte!!! Eu nunca iria à Nigéria passar férias. Nunca iria para agradar ninguém! OBRIGADO AOS QUE CARREGAM PREOCUPAÇÕES DE CARINHO, MAS NÃO NOS TENTEM, POR FAVOR. As coisas de Deus não se explicam pelas lógicas humanas, e muito menos de uma humanidade desumanizada, egoísta, fresquinha, dependentes de ar condicionados pra se sentir bem e morrendo de medo de sentir dor!

GITO WENDEL? (Voluntário doente)
Ora, vocês ainda o verão no Campo de novo! "O perigo é não amar!"

Marcelo Quintela
Caminho Nações - Way to the Nations

Deus existe? No outro dia fui convidado a provar a existência de Deus. Estava tendo uma conversa individual com um amigo céptico, o qual de alguma forma jogou a pressão da prova sobre mim. Ele não queria os argumentos religiosos, morais ou filosóficos -- ele queria a "prova" científica.

Deus existe? - É uma Abordagem Científica Possível?
Em relação à pergunta: "Será que Deus existe?", na verdade só há duas conclusões possíveis: ou Deus existe ou não existe. Não há meio caminho. Não há um meio termo. Seja você um ateu ou um teísta, há um certo nível de conhecimento, e há um certo nível de fé.

Eu pensei por um momento ... Posso provar a existência de Deus - cientificamente? Na minha experiência religiosa/moral/ filosófica, Ele já tinha sido provado a mim. No entanto, meu amigo não tem andado pela mesma jornada que eu. Ele quer os fatos - ele quer uma prova naturalista de uma realidade sobrenatural.

Cheguei à conclusão de que a pergunta do meu amigo era justa. Ele merecia grande esforço da minha parte. Então resolvi dar uma tentativa....

Deus existe? - Uma análise científica da evidência
Deus não pode ser provado através de fórmulas matemáticas ou propriedades da física, mas nós vivemos em uma era onde a evidência de um Criador Inteligente é tudo que nos cerca. Basta olhar através do telescópio Hubble e examinar o grande cosmos. Dê uma olhada no monitor de um microscópio eletrônico de varredura e mergulhe no complexo mundo de uma célula microscópica. Tente compreender a enorme biblioteca de informações complexas inerentes ao código digital que transforma um óvulo fertilizado em um ser humano. Estude princípios da mecânica quântica e investigue o mundo da multidimensionalidade. Examine a natureza da sua consciência, subconsciência, normas de moralidade, pensamentos de religião. Em seguida, tente conciliar todas essas realidades com uma teoria básica de aleatoriedade e caos.

Baseado no que sabemos hoje, eu realmente acredito que o ateísmo (rejeitar qualquer tipo de deus) é um "salto de fé" muito maior do que o teísmo (acreditar que algum tipo de deus existe).

Perguntei ao meu amigo: "Você realmente já parou para pensar sobre algumas das evidências sobre Deus? Ou você está apenas pressupondo um mundo puramente naturalista e fechando os olhos para algumas das possíveis evidências? Se eu propor algumas evidências observacionais, você ainda está disposto a examiná-las?"

Meu amigo me pediu para seguir adiante. Então, encontre a seguir a minha tentativa de fazer algumas observações científicas básicas que apontam para Deus:
  • Causalidade. Deus oferece a melhor explicação para a existência do universo e tudo que nele existe. (A teoria alternativa é que "nada" explodiu e resultou em tudo o que vemos.)
  • Ordem. Deus oferece a melhor explicação para noções abstratas de números, fórmulas matemáticas, processos químicos e leis naturais. (A teoria alternativa é que os primeiros elementos caóticos se organizaram em sistemas de informação complexos.)
  • Design. Deus oferece a melhor explicação para a complexidade absoluta e inerente dos sistemas cosmológicos, estelares, planetários, químicos e biológicos. (A teoria alternativa é que o acaso projetou o design aparente.)
  • Instruções Codificadas. Deus oferece a melhor explicação para o código digital do DNA que controla as funções de toda a vida na terra e são por ele contidos. (A teoria alternativa é que um código complexo, como o código binário executado por computadores, pode passar a existir sem qualquer tipo de programação, teste e depuração do processo.)
  • Complexidade Irredutível. Deus oferece a melhor explicação para o pleno funcionamento dos organismos, sistemas e subsistemas biológicos que não poderiam acontecer por meio de processo evolutivo gradual sem deixar de existir totalmente em níveis evolutivos mais baixos. (A teoria alternativa é que os sistemas biológicos tomaram saltos enormes e invisíveis do simples ao complexo sem qualquer processo guiado ou instruções progressistas.)
  • Dualidade. Deus oferece a melhor explicação para as funções separadas do cérebro humano e da consciência (matéria e mente). (A teoria alternativa é monismo - só a matéria existe e o cérebro humano tem apenas a aparência de ter uma habilidade subconsciente separada.)
  • Moralidade. Deus oferece a melhor explicação para a existência do amor, emoção, altruísmo e valores inerentes morais/éticos em todo o mundo. (A teoria alternativa é que os processos materialistas evoluem a uma maior consciência humana sem qualquer guia.)
Deus existe? – Uma conclusão científica
Quando se trata da pergunta "Deus existe?", só há duas visões científicas - Alguém / Algo criou tudo, ou o mundo criou a si mesmo. Seja o início do cosmos ou o início da vida, o início da humanidade ou o início da mente, Alguém / Algo é responsável por tudo que vemos ou tudo é responsável por si mesmo.

"Deus existe?" Será que essa é realmente uma pergunta sobre ciência? Na verdade, parece que esta é uma questão de ciência forense, uma vez que não podemos recriar o nascimento do universo ou a formação da primeira vida em laboratório. Portanto, nós recolhemos as evidências observáveis no nosso mundo e aplicamos nossa capacidade de investigação à análise do seu significado coletivo. No final, todos nós precisamos recolher e analisar as provas por nós mesmos. Finalmente, qualquer que seja o nome (investigação científica ou fé puramente religiosa/moral/filosófica), essa não é uma questão para o laboratório. É uma decisão pessoal de investigação para cada um de nós.

Deus existe? No outro dia fui convidado a provar a existência de Deus. Estava tendo uma conversa individual com um amigo céptico, o qual de alguma forma jogou a pressão da prova sobre mim. Ele não queria os argumentos religiosos, morais ou filosóficos -- ele queria a "prova" científica.

Deus existe? - É uma Abordagem Científica Possível?
Em relação à pergunta: "Será que Deus existe?", na verdade só há duas conclusões possíveis: ou Deus existe ou não existe. Não há meio caminho. Não há um meio termo. Seja você um ateu ou um teísta, há um certo nível de conhecimento, e há um certo nível de fé.

Eu pensei por um momento ... Posso provar a existência de Deus - cientificamente? Na minha experiência religiosa/moral/ filosófica, Ele já tinha sido provado a mim. No entanto, meu amigo não tem andado pela mesma jornada que eu. Ele quer os fatos - ele quer uma prova naturalista de uma realidade sobrenatural.

Cheguei à conclusão de que a pergunta do meu amigo era justa. Ele merecia grande esforço da minha parte. Então resolvi dar uma tentativa....

Deus existe? - Uma análise científica da evidência
Deus não pode ser provado através de fórmulas matemáticas ou propriedades da física, mas nós vivemos em uma era onde a evidência de um Criador Inteligente é tudo que nos cerca. Basta olhar através do telescópio Hubble e examinar o grande cosmos. Dê uma olhada no monitor de um microscópio eletrônico de varredura e mergulhe no complexo mundo de uma célula microscópica. Tente compreender a enorme biblioteca de informações complexas inerentes ao código digital que transforma um óvulo fertilizado em um ser humano. Estude princípios da mecânica quântica e investigue o mundo da multidimensionalidade. Examine a natureza da sua consciência, subconsciência, normas de moralidade, pensamentos de religião. Em seguida, tente conciliar todas essas realidades com uma teoria básica de aleatoriedade e caos.

Baseado no que sabemos hoje, eu realmente acredito que o ateísmo (rejeitar qualquer tipo de deus) é um "salto de fé" muito maior do que o teísmo (acreditar que algum tipo de deus existe).

Perguntei ao meu amigo: "Você realmente já parou para pensar sobre algumas das evidências sobre Deus? Ou você está apenas pressupondo um mundo puramente naturalista e fechando os olhos para algumas das possíveis evidências? Se eu propor algumas evidências observacionais, você ainda está disposto a examiná-las?"

Meu amigo me pediu para seguir adiante. Então, encontre a seguir a minha tentativa de fazer algumas observações científicas básicas que apontam para Deus:
  • Causalidade. Deus oferece a melhor explicação para a existência do universo e tudo que nele existe. (A teoria alternativa é que "nada" explodiu e resultou em tudo o que vemos.)
  • Ordem. Deus oferece a melhor explicação para noções abstratas de números, fórmulas matemáticas, processos químicos e leis naturais. (A teoria alternativa é que os primeiros elementos caóticos se organizaram em sistemas de informação complexos.)
  • Design. Deus oferece a melhor explicação para a complexidade absoluta e inerente dos sistemas cosmológicos, estelares, planetários, químicos e biológicos. (A teoria alternativa é que o acaso projetou o design aparente.)
  • Instruções Codificadas. Deus oferece a melhor explicação para o código digital do DNA que controla as funções de toda a vida na terra e são por ele contidos. (A teoria alternativa é que um código complexo, como o código binário executado por computadores, pode passar a existir sem qualquer tipo de programação, teste e depuração do processo.)
  • Complexidade Irredutível. Deus oferece a melhor explicação para o pleno funcionamento dos organismos, sistemas e subsistemas biológicos que não poderiam acontecer por meio de processo evolutivo gradual sem deixar de existir totalmente em níveis evolutivos mais baixos. (A teoria alternativa é que os sistemas biológicos tomaram saltos enormes e invisíveis do simples ao complexo sem qualquer processo guiado ou instruções progressistas.)
  • Dualidade. Deus oferece a melhor explicação para as funções separadas do cérebro humano e da consciência (matéria e mente). (A teoria alternativa é monismo - só a matéria existe e o cérebro humano tem apenas a aparência de ter uma habilidade subconsciente separada.)
  • Moralidade. Deus oferece a melhor explicação para a existência do amor, emoção, altruísmo e valores inerentes morais/éticos em todo o mundo. (A teoria alternativa é que os processos materialistas evoluem a uma maior consciência humana sem qualquer guia.)
Deus existe? – Uma conclusão científica
Quando se trata da pergunta "Deus existe?", só há duas visões científicas - Alguém / Algo criou tudo, ou o mundo criou a si mesmo. Seja o início do cosmos ou o início da vida, o início da humanidade ou o início da mente, Alguém / Algo é responsável por tudo que vemos ou tudo é responsável por si mesmo.

"Deus existe?" Será que essa é realmente uma pergunta sobre ciência? Na verdade, parece que esta é uma questão de ciência forense, uma vez que não podemos recriar o nascimento do universo ou a formação da primeira vida em laboratório. Portanto, nós recolhemos as evidências observáveis no nosso mundo e aplicamos nossa capacidade de investigação à análise do seu significado coletivo. No final, todos nós precisamos recolher e analisar as provas por nós mesmos. Finalmente, qualquer que seja o nome (investigação científica ou fé puramente religiosa/moral/filosófica), essa não é uma questão para o laboratório. É uma decisão pessoal de investigação para cada um de nós.


Lembro-me de um dia ter cuidado de alguns coelhos (eram 5). "Ai, que fofo" alguém pode dizer. Não! Eles não era tão fofos assim. Além de fujões, bagunceiros e nojentos, eles comiam tudo que viam pela frente. Aquela satisfação de cuidar de animaizinhos pequenos e peludos, que tinha aquele olhar do Gata de Botas do Shrek se transformou em um stress sem fim!

Quando já não aguentava mais, eu simplesmente sentei. Ali comecei a observa-los. Um deles apareceu. Ele corria, parava, cheirava. Corria novamente, parava e cheirava até chegar próximo a um pedaço de cenoura e finalmente comer. Depois de comer, saiu, parou, me olhou e foi embora. Nesse momento entendi: "Eles são apenas coelhos. O que eles fazem é da natureza deles fazer. São só consequência do que são, portanto, seguem a vida 'com-sequência'. A partir dai comecei a ter um olhar mais parcial enquanto a nós humanos. 

Grande parte de nossas defesas emocionais por exemplo, como o ciumes ou a decisão de não se apaixonar são consequência muitas vezes de traumas passados. Dizer para essas pessoas "Pare com isso!" não as levará a uma mudança significativa. Pode ser que ela consiga por algum tempo, mas é justamente só uma questão de tempo. Também, dizer para um pessoa depressiva que isso é besteira numa suposição de fazer com que a pessoa despreze o real valor da doença e assim "esqueça", uma vez que essa doença é na mente, não resolverá. Ele só está dando sequência a algo que ela presenciou ou participou.

Entender o porque a pessoa está assim é o primeiro passo para seu tratamento ou, e, cura. O entendimento de que a inveja é na verdade uma admiração corrompida por um orgulho e insatisfação própria te levará a compreender melhor uma pessoa que sente isso por você. 

Entender que somos consequência nos faz não apenas ter compaixão do próximo. Ajuda a compreender e ter mais paciência com nós mesmos e responder muitas daquelas nossas questões "Porque eu sou assim". É preciso sentar e observar o que aconteceu lá atrás cujo o qual estou dando sequência hoje. Essa nossa pressa de tornar alguém melhor é uma estrada que muitas vezes terei que voltar ao invés de seguir em frente. 
Lembro-me de um dia ter cuidado de alguns coelhos (eram 5). "Ai, que fofo" alguém pode dizer. Não! Eles não era tão fofos assim. Além de fujões, bagunceiros e nojentos, eles comiam tudo que viam pela frente. Aquela satisfação de cuidar de animaizinhos pequenos e peludos, que tinha aquele olhar do Gata de Botas do Shrek se transformou em um stress sem fim!

Quando já não aguentava mais, eu simplesmente sentei. Ali comecei a observa-los. Um deles apareceu. Ele corria, parava, cheirava. Corria novamente, parava e cheirava até chegar próximo a um pedaço de cenoura e finalmente comer. Depois de comer, saiu, parou, me olhou e foi embora. Nesse momento entendi: "Eles são apenas coelhos. O que eles fazem é da natureza deles fazer. São só consequência do que são, portanto, seguem a vida 'com-sequência'. A partir dai comecei a ter um olhar mais parcial enquanto a nós humanos. 

Grande parte de nossas defesas emocionais por exemplo, como o ciumes ou a decisão de não se apaixonar são consequência muitas vezes de traumas passados. Dizer para essas pessoas "Pare com isso!" não as levará a uma mudança significativa. Pode ser que ela consiga por algum tempo, mas é justamente só uma questão de tempo. Também, dizer para um pessoa depressiva que isso é besteira numa suposição de fazer com que a pessoa despreze o real valor da doença e assim "esqueça", uma vez que essa doença é na mente, não resolverá. Ele só está dando sequência a algo que ela presenciou ou participou.

Entender o porque a pessoa está assim é o primeiro passo para seu tratamento ou, e, cura. O entendimento de que a inveja é na verdade uma admiração corrompida por um orgulho e insatisfação própria te levará a compreender melhor uma pessoa que sente isso por você. 

Entender que somos consequência nos faz não apenas ter compaixão do próximo. Ajuda a compreender e ter mais paciência com nós mesmos e responder muitas daquelas nossas questões "Porque eu sou assim". É preciso sentar e observar o que aconteceu lá atrás cujo o qual estou dando sequência hoje. Essa nossa pressa de tornar alguém melhor é uma estrada que muitas vezes terei que voltar ao invés de seguir em frente. 

Foi-se a Copa? Não faz mal.
Adeus chutes e sistemas.
A gente pode, afinal,
cuidar de nossos problemas.

Faltou inflação de pontos?
Perdura a inflação de fato.
Deixaremos de ser tontos
se chutarmos no alvo exato.

O povo, noutro torneio,
havendo tenacidade,
ganhará, rijo, e de cheio,
A Copa da Liberdade.

Carlos Drummond de Andrade
Poesia e Prosa - 1992

Em uma conversa de almoço com os companheiros de trabalho, fiz uma piada com um deles que usava uma camisa preta com desenho de uma caveira. Perguntei a um que estava do lado - conhecido como "Pastor" - sobre o que ele achava de um cara que diz que acredita em Deus usar uma camiseta daquelas. Fiz a piada só pra fazer piada com o dono da camiseta mesmo.

Em um tom de descontração ele respondeu que quando tinha a idade dele a mãe não deixava usar um tipo desses, nem ao menos um camiseta preta. Beleza, todos terminaram o almoço e foram embora, então numa conversa mais particular ele questionou. "Pra mim alguém que se confessa cristão deve andar como um cristão para que as pessoas vejam que ele é". Afirmei respondendo que Jesus disse que seremos reconhecidos como dEle se amarmos uns aos outros e não por causa de vestimentas. Ele retrucou respondendo que a "bíblia" diz: "Me diga com quem andas, e eu te direi quem tu és". Eu ri e disse que apesar de ter sentido isso não é bíblico, é apenas um ditado popular. Ele reconheceu o equivoco então rimos.

Não sei se ele mudou de ideia, mas isso me preocupou. Não fiquei incomodado apenas com nosso pré-conceito que julga as pessoas através do que elas se vestem ou com quem elas andam. Somos o que somos. O que você é vai fazer você fazer. Fazendo mostrará quem é. O problema é que não só somos julgados pelo que parecemos, mas as vezes queremos ser o que não somos, e a partir dai, aparentamos ser.

Sabe quem perde nisso tudo? Todos! Um julga sem conhecer, só pelo que vê. O outro valoriza o parecer, porque não o é, e assim esconde o que realmente é - que não deve ser coisa boa. Os dois colocaram um obstáculo a frente - ou melhor, um buraco. Eles tem um relacionamento? Sim. Há conexão? Não. Um se priva de conhecer porque já descobriu o que é vendo. O outro atua um outro ser que não é. Ninguém conhece ninguém.

Esse é o tipo de relação que temos tido uns com os outros. De preconceito e de hipocrisia. Ninguém se trata. Todos escondem. Ninguém é. Um só enxergou o que não é. Um outro tipo quis parecer que é, mas não é.

Qual desses eu sou? Será que sou os dois? Aqui já está claro o que devemos fazer. Nunca diga que alguém é só pelo o que ela veste ou com quem ela anda. Primeiro que nem é da nossa conta. Não aparente ser alguém que não é. Isso só faz mal a você mesmo. Perdemos e MUITO quando não existe verdadeira conexão uns com os outros.
"Verdade no olhar me fala muito mais do que palavras lindas ditas sem pensar. O amor esta contido no que a gente faz, na atitude de se aproximar." [Crombie]

Matthieu Ricard é autor de diversos best sellers, tradutor, fotógrafo e monge budista, autor de "Happiness: A Guide to Developing Life's Most Important Skill," conhecido como "a pessoa mais feliz do mundo" pela mídia popular.

Nesse vídeo ele aborda a gravidade de que doenças mentais - muitas consideradas normais e cotidianas como a ansiedade e angústia - pode nos trazer problemas trágicos e como isso afeta na sociedade. Ele também menciona a nossa necessidade tanto particular como social de compartilhar, um paradoxo em que quanto mais egoísta, mais perda, e, quanto mais altruísta, mais ganho.





Escolhi Esperar, Em Busca da Costela Perdida (é verdade, existe esse evento!), Holy Fest (Corte X Namoro) são alguns dos movimentos evangélicos cujo o objetivo é direcionar as pessoas sobre como deve ser um namoro dos cristãos. Discutem o que pode ou não pode (segundo a bíblia no olhar deles), argumentam a vantagem de se "esperar". Bom isso já foi postado aqui (Clique aqui). Então a Igreja promove apoio (até de mais) pra quem deseja casar.

Mas... e pra quem não quer casar?

Já foi postado aqui um artigo relacionado aos relacionamentos que se relacionalizam muito pouco (oO). Fiz a pergunta "Porque os relacionamentos tem durado tão pouco?" as pessoas no meu ASK cujo as respostas eu coloquei no artigo (Clique aqui). 

Dentre todas as resposta, talvez o maior motivo é não querer viver a forma complicada de ser dois, uma só carne. Sim. Não digo apenas do medo que alguns tem desse relacionamento não durar mas sim o viver casado. Os problemas com a família de ambos, com os filhos, com os sentimentos, com a paciência e tolerância, com os limites e opiniões de cada um e o tempo ao qual deve dedicar. A quem não queira viver assim.

A quem queria guardar o coração pra sempre, uma vez sabendo que dele procede a fonte da vida, o vigor (Prov. 4:23). A quem tenha planos profissionais ou mesmo religiosos (como ser missionário) que casado complicaria muito. Ap. Paulo aconselha "Aos solteiros e às viúvas, digo que seria melhor que ficassem como eu (sem se casar)". Leia I Coríntios 7. A quem tem problemas neurológicos (mesmo que pequenos) e sexuais e portanto decida continuar solteiro, porém não vejo esse apoio a solicitude. Se já não basta as tias perguntando se estamos namorando, ainda é preciso superar as piadinhas dos irmãos como "ah, ele não vai casar, ele vai ser eunuco". E se ele quiser? Isso é mesmo motivo pra chacota?

Não defendo a libertinagem do ser "desapegado", que gosta da pratica de se estar junta mas não se compromete ao outro "se não são capazes de dominar seus desejos, então se casem, pois é melhor casar-se do que ficar fervendo.". O meu papel aqui é criticar a Igreja que não se sensibiliza e nem apoia aos que escolhem permanecer solteiros, e também desejo remover o fardo de quem assim decide caminhar.

Pense, observe, planeje, ore, caminhe e tome suas próprias decisões!