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Foi-se a Copa? Não faz mal.
Adeus chutes e sistemas.
A gente pode, afinal,
cuidar de nossos problemas.

Faltou inflação de pontos?
Perdura a inflação de fato.
Deixaremos de ser tontos
se chutarmos no alvo exato.

O povo, noutro torneio,
havendo tenacidade,
ganhará, rijo, e de cheio,
A Copa da Liberdade.

Carlos Drummond de Andrade
Poesia e Prosa - 1992


Escolhi Esperar, Em Busca da Costela Perdida (é verdade, existe esse evento!), Holy Fest (Corte X Namoro) são alguns dos movimentos evangélicos cujo o objetivo é direcionar as pessoas sobre como deve ser um namoro dos cristãos. Discutem o que pode ou não pode (segundo a bíblia no olhar deles), argumentam a vantagem de se "esperar". Bom isso já foi postado aqui (Clique aqui). Então a Igreja promove apoio (até de mais) pra quem deseja casar.

Mas... e pra quem não quer casar?

Já foi postado aqui um artigo relacionado aos relacionamentos que se relacionalizam muito pouco (oO). Fiz a pergunta "Porque os relacionamentos tem durado tão pouco?" as pessoas no meu ASK cujo as respostas eu coloquei no artigo (Clique aqui). 

Dentre todas as resposta, talvez o maior motivo é não querer viver a forma complicada de ser dois, uma só carne. Sim. Não digo apenas do medo que alguns tem desse relacionamento não durar mas sim o viver casado. Os problemas com a família de ambos, com os filhos, com os sentimentos, com a paciência e tolerância, com os limites e opiniões de cada um e o tempo ao qual deve dedicar. A quem não queira viver assim.

A quem queria guardar o coração pra sempre, uma vez sabendo que dele procede a fonte da vida, o vigor (Prov. 4:23). A quem tenha planos profissionais ou mesmo religiosos (como ser missionário) que casado complicaria muito. Ap. Paulo aconselha "Aos solteiros e às viúvas, digo que seria melhor que ficassem como eu (sem se casar)". Leia I Coríntios 7. A quem tem problemas neurológicos (mesmo que pequenos) e sexuais e portanto decida continuar solteiro, porém não vejo esse apoio a solicitude. Se já não basta as tias perguntando se estamos namorando, ainda é preciso superar as piadinhas dos irmãos como "ah, ele não vai casar, ele vai ser eunuco". E se ele quiser? Isso é mesmo motivo pra chacota?

Não defendo a libertinagem do ser "desapegado", que gosta da pratica de se estar junta mas não se compromete ao outro "se não são capazes de dominar seus desejos, então se casem, pois é melhor casar-se do que ficar fervendo.". O meu papel aqui é criticar a Igreja que não se sensibiliza e nem apoia aos que escolhem permanecer solteiros, e também desejo remover o fardo de quem assim decide caminhar.

Pense, observe, planeje, ore, caminhe e tome suas próprias decisões!

Escolhi Esperar, Em Busca da Costela Perdida (é verdade, existe esse evento!), Holy Fest (Corte X Namoro) são alguns dos movimentos evangélicos cujo o objetivo é direcionar as pessoas sobre como deve ser um namoro dos cristãos. Discutem o que pode ou não pode (segundo a bíblia no olhar deles), argumentam a vantagem de se "esperar". Bom isso já foi postado aqui (Clique aqui). Então a Igreja promove apoio (até de mais) pra quem deseja casar.

Mas... e pra quem não quer casar?

Já foi postado aqui um artigo relacionado aos relacionamentos que se relacionalizam muito pouco (oO). Fiz a pergunta "Porque os relacionamentos tem durado tão pouco?" as pessoas no meu ASK cujo as respostas eu coloquei no artigo (Clique aqui). 

Dentre todas as resposta, talvez o maior motivo é não querer viver a forma complicada de ser dois, uma só carne. Sim. Não digo apenas do medo que alguns tem desse relacionamento não durar mas sim o viver casado. Os problemas com a família de ambos, com os filhos, com os sentimentos, com a paciência e tolerância, com os limites e opiniões de cada um e o tempo ao qual deve dedicar. A quem não queira viver assim.

A quem queria guardar o coração pra sempre, uma vez sabendo que dele procede a fonte da vida, o vigor (Prov. 4:23). A quem tenha planos profissionais ou mesmo religiosos (como ser missionário) que casado complicaria muito. Ap. Paulo aconselha "Aos solteiros e às viúvas, digo que seria melhor que ficassem como eu (sem se casar)". Leia I Coríntios 7. A quem tem problemas neurológicos (mesmo que pequenos) e sexuais e portanto decida continuar solteiro, porém não vejo esse apoio a solicitude. Se já não basta as tias perguntando se estamos namorando, ainda é preciso superar as piadinhas dos irmãos como "ah, ele não vai casar, ele vai ser eunuco". E se ele quiser? Isso é mesmo motivo pra chacota?

Não defendo a libertinagem do ser "desapegado", que gosta da pratica de se estar junta mas não se compromete ao outro "se não são capazes de dominar seus desejos, então se casem, pois é melhor casar-se do que ficar fervendo.". O meu papel aqui é criticar a Igreja que não se sensibiliza e nem apoia aos que escolhem permanecer solteiros, e também desejo remover o fardo de quem assim decide caminhar.

Pense, observe, planeje, ore, caminhe e tome suas próprias decisões!

  • Me assusto da covardia de pessoas que só o querem o dinheiro.
  • Me assusto da falsidade, que sempre tem um efeito barganhante.
  • Me assusto com a mentira, que sempre é para o benefício de si mesmo.
  • Me assusto com crueldade com que as drogas torna alguém cruel
  • Me assusto com que o dinheiro move a maioria dos sofrimentos, vícios, angústias e temores.
  • Me assusto com o markting que nos leva um papo legal, essêncialmente, "mete o pau"
  • Me assusto com pessoas que pouco se importa se é bom pra você, estão mais preocupados com seus currículos, e o seu salário no final do mês.
  • Me assusto da perversidade de homens morais e éticos.
  • Me assusto com a sociedade que estimula a pedofilia.
  • Me assusto da inconstância das pessoas.
  • Me assusto da generalização do sexo, em todas as suas direções fora de controle.
  • Me assusto do fato que já foi dito. O amor está se esfriando. O ultimo Natal é a prova disso.
  • Me assusto da forma que o sexo é praticado, totalmente sem compromisso, tentando sasiar o insasiável.
  • Me assusto comigo mesmo, quando estou sozinho.
  • Me assusto dos dias de hoje, que não mais queremos pensar. Não se fazem gente como antes.
  • Me assusto com a nossa falta de vergonha na cara, que tantas vezes falha, e nunca conserta o erro.
  • Me assusto com a conformação da perversidade.
  • Me assusto com a natureza, que já não mais aguenta sofrer, e está furiosa, se virando contra o homem.
  • Me assusto com pessoas que não crêem na Bíblia, sendo o motivo de ter escrito por homens, mas constantemente são manipulados por tineráveis religiosos que falam mais o que ouviram falar e do que acham.
  • Me assusto da hipocrisia de nós mesmos. Tanta que até dizemos "Faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço"
  • Me assusto da podridão que é o ser humano. Não conseguie seguir seus próprios conceitos morais.
  • Me assusto com as vitórias da religião, que faz tudo para esconder, o que Deus tornou mais resplandecente.
  • Me assusto do valor que tanta gente dá á "autoridade" de religiosos. É maior do que a de Deus, da Palavra e da consciência.
  • Me assusto do poder de persuazão que a sabedoria tola e vazia faz.
  • Me assusto da cegueira que um amor conjugal no tempo errado traz.
  • Me assusto da teima do ser humano em querer ser sozinho, sempre indignado com pessoas que cuidam da vida delas.
  • Me assusto com a atenção que damos a contos de fadas, e a ignorancia a verdades insofismaveis.
  • Me assusto do cuidado que temos do exterior, e o pouco causo do sepulcro caiado que transforma as nossas almas.
  • Me assusto da verdade de que engolimos um mosquito e vomitamos um camelo.
  • Me assusto da falta de limite do humor.
  • Me assusto da nossa obediência ao coração perverso e enganoso.
  • Me assusto do processo de moldagem afeminada do mundo. Moda, gostos, musica, opção sexual.
  • Me assusto da admiração ás pessoas que xingam, que se embreagam e que fazem bobagens fúteis, tudo para 1 minuto de fama.
  • Me assusto do nosso constante engano em responder que Deus é TUDO, mas em nosso tempo e escolhas Ele não estar em prioridade.
  • Me assusto da aparecente ironia de Deus em amar quem nem mesmo acredita nele, e dar condição destes a amar o próximo.
Rodrigo Melo

- "Com quem você saiu no amigo secreto?" Me perguntaram.
- Com ninguém. Não estou participando.
- "Porque não está participando?"
- Não sou fã de Natal, pra mim é só mais uma festa de churrasco com a família. Pra mim tanto faz
- "Odeio quando a pessoa fala que Natal é só mais uma data. Eu gosto do clima natalino.
- Eu também gosto de clima natalino. Casas enfeitadas, neve caindo e cobrindo o telhado, bonecos de neve nos jardins, gente bem agasalhada por causa do frio, fumaça saindo da boca. OPS! Estamos no Brasil ;/

Me diga. Quando se fala em Natal, quais são as primeiras coisas que você pensa? Papel Noel? Shopping com decoração natalina? Amigo Secreto? Presentes? Comida?

Natal não era pra lembrar do nascimento do Menino Rei?

Mas e o fato de Jesus não ter nascido dia 25 de Dezembro? Não existe documentos históricos ou relatos da bíblia que comprove ou indique que seja essa data. Na verdade há teorias que ele tenha nascido em Outubro (Clique aqui). É mais uma data comemorativa e simbólica criado pra assim lembrarem do acontecido onde pessoas presenteariam umas as outras. Se não acredita, pesquise!

Então. O que é o Natal?

Devo dizer em estatísticas que o Natal é a evento comemorativo mais lucrativo do mundo! Nele pessoas gastam o que tem e até o que não tem para supri-los de tal desejo do consumismo que nada mais é que comprar o que não precisa. Quer a prova? Pergunto aonde foi parar nosso 13º Salário. E quem não é filho dessa sanguessuga? Tenho o celular da moda, mas já estou achando ele ultrapassado. O capitalismo nos faz enxergar tudo que temos como descartável.

O Natal não pode ser só uma data!

Ele não tem um sentido em si mesmo, porém, podemos significá-lo! A minha maior e talvez unica expectativa dessa data é a oportunidade de ser solidário. Solidário não só com cestas básicas, ou dinheiro, mas com carinho, afeto, amor, atenção que se dá a família e aos amigos!

Ajude pessoas, mobilize-se para os de fora e para os de dentro. Se Natal é presente, é amor, é solidariedade, é união, então NATALIZE A VIDA! Porque não fazer mais "Natais" no ano?

Natal pra mim é só mais um dia, que eu queria que fosse todo dia!
Vamos ser brutalmente honestos: muitos dos ensinamentos de Jesus estão completamente dessincronizados das convenções que dominam nossa cultura.

Estou falando, é claro, sobre o Jesus que encontramos na Escritura, não o personagem de livro de colorir, sempre-gentil, nunca-severo, supertolerante, que existe somente na imaginação popular. O Jesus verdadeiro não era um clérigo domesticado, com colarinho engomado e modos gentis; ele era um Profeta corajoso e incorruptível, que desafiava regularmente os padrões do politicamente correto.

Considere o relato do ministério público de Jesus apresentado no Novo Testamento. A primeira palavra de seu primeiro sermão foi “Arrependam-se!” – um tema que não era mais bem-vindo e menos incômodo que é hoje. O primeiro ato de seu ministério público deu início a uma pequena desordem. Ele fez um chicote de cordas e perseguiu os cambistas e mercadores de animais pelos pátios do Templo. Isto iniciou um conflito de três anos com os líderes religiosos mais distintos da sociedade. No final, eles o entregaram às autoridades romanas para crucificação, enquanto multidões de leigos aplaudiam.

Jesus foi clara, deliberada e dogmaticamente contracultural em quase todos os sentidos. Não surpreende que a aristocracia religiosa e acadêmica fosse tão hostil a ele.

Jesus receberia boas-vindas mais amigáveis dos líderes religiosos mundiais, da elite midiática, ou a nobreza política hoje? Alguém que tenha considerado seriamente o Novo Testamento sabe bem que não. Nossa cultura se dedica ao pluralismo e tolerância; desdenha de toda afirmação de verdade absoluta ou exclusiva; convencida de que o amor a si mesmo é o maior amor de todos; satisfeita com o fato de que muitas pessoas são fundamentalmente boas; e desejando desesperadamente acreditar que cada um de nós é abençoado com uma chama da divindade.

Contra uma cultura assim, a mensagem de Jesus toca todas as notas dissonantes. Sempre-gentil, nunca-severo, super tolerante. Observe o registro bíblico. As palavras de Jesus estão cheias de exigências difíceis e avisos severos. Ele disse: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.
Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará. Porque, que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?” (Lucas 9.23-25). “Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo” (Lucas 14.26).

Certa vez, uma inconcebível atrocidade romana tomou a vida de muitos peregrinos galileus que foram a Jerusalém para adorar. Pilatos, um governador romano, ordenou a seus homens que matassem alguns adoradores e então misturassem o sangue deles com os sacrifícios que eles estavam oferecendo. Enquanto a cidade ainda cambaleava graças a esse ofensivo desastre, uma torre caiu em um distrito próximo a Siloé, e instantaneamente tomou mais dezoito vidas.

Questionado sobre essas tragédias consecutivas, Jesus disse: “Cuidais vós que esses galileus foram mais pecadores do que todos os galileus, por terem padecido tais coisas? Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis. E aqueles dezoito, sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou, cuidais que foram mais culpados do que todos quantos homens habitam em Jerusalém? Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis “ (Lucas 13.2-5).

Ignorando as regras normais de bom gosto, tato e diplomacia, Jesus, com efeito, declarou que todos os seus ouvintes eram pecadores em necessidade de redenção. Então, como agora, era virtualmente garantido que essa mensagem ofenderia muitos – talvez muitíssimos – da audiência de Jesus.

Aqueles sem senso de culpa pessoal – incluindo a grande maioria dos líderes religiosos – foram, é claro, imediatamente ofendidos. Eles estavam convencidos de que eles eram bons o bastante para merecer o favor de Deus. Quem era esse homem para chamá-los ao arrependimento? Eles deram as costas em furiosa incredulidade.

Os únicos que não se ofenderam foram aqueles que já sentiam sua culpa e estavam esmagados sob o peso de seus fardos. Sem se afetar pela indignação ou autojustificação, eles poderiam ouvir a esperança implícita nas palavras de Jesus. Para eles, a recorrente frase “se não vos arrependerdes” apontava o caminho da redenção.

Em outro lugar, Jesus fez a promessa de vida e perdão explícita: “Quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida” (João 5.24). “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão” (João 10.27,28).

Isto, claro, é a gloriosa mensagem do Evangelho, tão potente e tão relevante hoje quanto era então.Mas a promessa é para aqueles que estão cansados pelo pecado; aqueles que têm fome e sede de justiça (Mateus 5.6); aqueles que vêm a Cristo com corações arrependidos – não aqueles que estão convencidos de que são fundamentalmente bons.

Pessoas orgulhosas, incluindo um monte de religiosos que se chamam de cristãos, não creem na mensagem de Cristo, no fim das contas. Ele disse: “E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento” (Marcos 2.17).

Então, o que Jesus diria a uma sociedade pluralista, tolerante e autoindulgente como a nossa? Estou convencido de que sua abordagem hoje seria a mesma estratégia que vemos no Novo Testamento. Para pecadores complacentes, arrogantes e satisfeitos consigo mesmos (incluindo muitos nos rol de membros de igrejas) suas palavras soariam duras, chocantes e provocadoras. Mas para os “pobres em espírito” (Mateus 5.3) – aqueles que estão exaustos e gastos pela destruição do pecado; desesperados por perdão e sem qualquer esperança de expiar o próprio pecado – o chamado de Jesus a uma fé arrependida permanece como a verdadeira entrada para a vida eterna.

Essa é uma mensagem particularmente dura em culturas como a nossa, que exaltam o amor a si próprio, a autoestima ou a justiça própria; mas Jesus foi absolutamente claro, e essas palavras ainda falam conosco: “Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado” (Lucas 18.14).

John MacArthur


O meu Deus se difere de todos os outros Deuses. Os outros desuses são mais "humanos" que o meu. Eles praticam a justiça, doa a quem doer. O meu Deus não.

O meu Deus é injusto, porque ele não paga com a mesma moeda quem O odeia. Ele dá sol e chuva para os bons e para os maus. Assim, mesmo os que não acreditam nele desfrutam de fartura, amor, paz e felicidade.

O meu Deus é injusto porque não é "humano" com as pessoas, pois enquanto alguns exigem alguma coisa para dar, ele dá espontaneamente, incondicionalmente, sem precisar de barganhas com ele.

O meu Deus é injusto porque além dele deixar o ser humano caminhar cegamente para o seu destino cruel intencional, ele interviu por tanto amá-los, e não exigiu que nenhum cumprisse as suas leis, pois sabia que isso os seria impossível, por tanto mandou seu Filho para sofrer toda a punição que o homem deveria receber como consequência do seu pecado.

O meu Deus é injusto porque amaldiçoou Caim (O primeiro assassino do mundo), mas ao mesmo tempo o protegeu dizendo que quem tocasse nele seria amaldiçoado 7 vezes mais.

O meu Deus é injusto porque decidiu dar justiça em quem simplesmente acreditasse na vinda e obra do Seu Filho.

O meu Deus e mais injusto ainda, porque perdoa quem constantemente, mesmo que conscientemente, peca contra ele.
"Todo mundo usa a frase "Estou no tempo de Deus" para justificar sua completa incapacidade de amar ao ponto de ceder, renunciar, e se jogar em direção do outro sem esperar nada em troca.

Se, de fato, formos investigar a intenção desta frase, quase sempre percebemos que as pessoas que a usam são aquelas que são presas nos seus tormentos pessoais e que desempenham-se em escondem uma certa insatisfação com a máscara religiosa.

Nas suas expectativas de alcançar o príncipe encantado, suas entranhas se roem, pois , em uma simples auto-análise sincera, ela seria capaz de reconhecer que delimita padrão inatingível para seus relacionamentos. No fundo, elas estão em busca de arrumar um ser humano que a venere de forma idólatra e não um companheiro maduro.

Talvez, o fruto desse pensamento tem sido os ambientes que frequentam, as pessoas que ouvem, pois essa ideia de que é preciso ter garantias para se relacionar é uma ideia sem precedentes e completamente incoerente. Algumas delas tem carreira sólida, tem condições financeiras razoáveis, alguns bens materiais, mas estão solitárias porque não acreditam que amar é saltar de olhos vendados. É como se ficassem esperando Deus dar um joia autorizando o investimento, enquanto a unica coisa que ele nos garante é que precisamos nos entregar as pessoas.

Quando descobrirem que poderia ter sido feliz antes dos trinta e que poderiam ter ao assumido um simples impulso de não criar pre-requisitos básicos para amar, vão se arrepender de ter entrado nessa luta desenfreada pela felicidade romântica de cinema, enquanto tudo que precisavam é não procurar certezas e seguranças, mas investir em amar. Amor e fé não combinam para essas pessoas."

Quem procura segurança no amor ou não sabe amar ou não conhece a vida. Enquanto elas vivem essa ilusão, Deus será para ela, alguém sádico que luta contra a felicidade humana. É um ser melindroso e egocentrista."

Murillo Leal



(Acesse a introdução para ver o índice)


Exorto-vos como todas as minhas forças para alguns de vocês que Deus está tocando a consciência. Eu estou aqui para suplicar-lhes, com lágrimas se necessário, a desistirem de seus pecados secretos. Tenho pessoas aqui por quem bendigo a Deus, eu os amo, apesar de não conhecê-los. Vocês estão quase persuadidos a serem cristãos, vacilam entre dois pensamentos, desejam servir a Deus, abandonar seus pecados, mas consideram que é uma luta difícil, e agora não sabem o que será. Eu falo a ti com todo o meu amor, meu amigo – conservarás o pecado e irás para o inferno, ou deixarás seu pecado e irás ou céu. Esta é uma solene alternativa. Apresento ela a todos os pecadores que tem sido hoje despertados, que Deus tenha escolhido você, de outra maneira temo em pensar qual a alternativa poderás escolher. Os prazeres da vida são intoxicantes, seus gozos entorpecem de tal maneira, que se não lembrasse que Deus é que muda nossas vontades, não haveria esperança para você. Mas confio em Deus para resolver tal assunto.

Deixa-me colocar diante de vocês a alternativa: De uma lado está uma breve alegria, uma breve vida aqui, será pobre, pobre e breve vida; por outro lado, ha uma vida eterna e glória perpétua. De em lada há uma felicidade transitória, e depois, esmagadora aflição; no outro caso há uma sólida paz e gozo eterno e superabundante bem-aventurança. Não fico com medo de ser chamado, sendo calvinista, de arminiano, quando digo como Elias: “Até quando coxeareis entre dois caminhos? Se o Senhor é Deus; siga-o; mas se é baal, siga-o”

Mas agora, voluntariamente, faça uma escolha, e que Deus te ajude a fazê-lo! Não digam que estás indo adotar o cristianismo sem levar em conta o custo, lembre-se, sem lamúrias terás que renunciar seus prazeres. Podem fazê-lo por Cristo? Podem? Eu sei que você não pode, salvo se a graça de Deus vos conduzir nessa escolha. Mas podem dizer: “sim, pelo poder de Deus eu renuncio a todos os prazeres e atrativos da terra, as suas pombas e bugingangas”?
“Nada pode me Satisfazer Dá-me Cristo, ou morro”
Pecador, nunca te arrependerás dessa escolha, Deus te leve a tomá-la; encontrarás a felicidade aqui, e serás três vezes mais feliz por toda a eternidade.

“Mas”, dirá alguém, “Senhor, não tenho a intenção de ser religioso, e não estou de acordo com tua severidade”. Eu não peço isso; só espero, isto sim, que dê crédito a Severidade de Deus, e a severidade de Deus e dez mil vezes maior que a minha. Podes dizer que eu sou Puritano em minha pregação; Deus será Puritano quando chegar aquele grande dia. Posso ter parecido severo, mas nunca poderia ser tão severo como será o Senhor.
Eu posso passar o ferro afiado em sua consciência, mas Deus passará ferro em brasa eterna em todo teu ser um dia. Eu posso falar coisas que trovejam! Deus não as dirá, e sim as lançará sobre tuas mãos. Lembre-se que os homens podem rir do inferno, e dizer que não existe; mas eles devem rejeitar completamente a Bíblia antes de acreditarem nessa mentira. A consciência do homem lhe dize que:
“Há um inferno terrível, E dores eternas; Onde os pecadores com o diabo devem morar, Em trevas, fogo e cadeias.”
Senhores, conservarão seus pecados secretos e merecerão o fogo eterno por eles? Lembrem-se que não há opção a não ser renunciar a todos eles, pois do contrário jamais serão filhos de Deus. Não se pode ter ambas as coisas; não podem ser de Deus e do mundo, não podem ser de Cristo e do diabo, deve ser um ou outro. Ah! Que Deus lhes dê graça para renunciar a todos os pecados; pois quanto valem? São seus enganadores agora, e serão seus torturadores para sempre.

Oh, que seus olhos sejam abertos para ver a podridão, o vazio e o embuste da iniqüidade. Oh! Que Deus os leve de volta para Ele! Oh! Que Deus lhes dê graça para atravessar o Rubicão do arrependimento neste momento; para que digam: “a partir de agora é uma guerra de morte com os meus pecados; não vou manter nenhum deles voluntariamente, mas para fora com eles, fora com eles, os Cananeus, Heteus, Jebuseus, todos serão expulsos”
“O ídolo mais amado que tenho conhecid0, Seja qual for; Ajuda-me a derrubá-lo do seu trono. E adorar somente a Ti.”
“Mas, oh! Senhor, não posso fazê-lo; seria como arrancar os olhos”. Ah! Escute o que Cristo disse: “melhor é entrar com um olho só na vida, que tendo os dois olhos e seres lançado no fogo do inferno” – “Oh! Mas isso seria como arrancar um braço” – “É melhor entrar na vida coxo e manco, que ser lançado no fogo do inferno” - Oh! Quando um pecador vem diante de Deus afinal, pensas que falarás com faz agora? Deus revelará teus pecados secretos: O pecador não dirá então: “Senhor, eu considerava os meus pecados secretos tão doces, que não podia abandoná-los”

Eu imagino quão diferente será então. “Senhor”, me dizem agora, “És demasiado rigoroso;”dirão isso quando os olhos do Todo-Poderoso estiverem os mirando em ira? Podes me dizer agora: “O Senhor é preciso demais”, mas irão dizer isso diante da face do Deus Todo-Poderoso? “Senhor, tenho a intenção de conservar tal e tal pecado”. Você poderá dizer isso no Tribunal de Deus no fim? Não se atreverão fazê-lo naquele momento.

Ah, quando Cristo voltar pela segunda vez, haverá uma mudança notável na maneira como os homens falam. Posso vê-lo ali, assentado em Seu Trono. Vamos, Caifás, vem condená-lo agora! Judas, vem e lhe dê um beijo agora! Homem, qual o seu problema agora? Estás com medo? Vamos, Barrabás, veja se te preferem agora em lugar de Cristo. Blasfemo, agora é o teu momento, tens sido um homem valente, maldiga-O em sua cara agora. Agora, bêbado, caminhe cambaleante em direção a Ele agora.

Vamos , infiel, diga agora que não há um Cristo; agora que o mundo está iluminado aceso com Seu raio e a terra tremendo com os trovões até seus alicerces se esvaírem; diga a Deus agora que não há Deus; ria agora da Bíblia; zombe do agora do ministro. Vamos, cavaleiros, qual é o problema com vocês? O quê, não podem dizê-lo? Ah! Lá estão eles, fugindo para os montes e as rochas: “e dizem aos montes e as rochas: caiam sobre nós, e nos esconda da face daquele que está assentado no Trono”. Ah! Onde está agora a jactância, seu orgulho e suas glórias? Ai, ai, ai de ti naquele terrível dia de maravilhas.

Pecador secreto, que será de ti então? Saiam desse lugar sem tua máscara; sai para examinar-te, sai para dobrar seu joelhos, sai para chorar, sai para orar. Que Deus lhe dê a graça de crer! E, oh! Quão agradável é o pensamento que hoje os pecadores estão indo se refugiar em Cristo, e homens te, nascido de novo em Jesus!

Irmãos, antes de concluir, repito as palavras que causaram tanta controvérsia: é agora ou nunca, é voltar ou se perder . E digo solenemente diante dos olhos de Deus, se não for a Verdade de Deus, eu devo dar conta a Ele naquele grande dia do acerto de contas. Sua consciência lhe diz que é verdade. Leve-a para casa, e zombe de mim se quiserem; hoje eu sou inocente do seu sangue: se alguém não busca Deus, se quer viver no pecado, eu estarei limpo do seu sangue naquele dia quando for cobrado suas almas das mãos do que devia proclamar. Oh, que Deus permita que sejam limpos de uma maneira bendita!

Quando desci as escadas do púlpito no domingo passado, ou talvez, há dois domingos passados, um amigo me dirigiu uma palavras que tem permanecido em minha mente deste então: “Senhor, há nove mil pessoas hoje que não terão nenhuma desculpa no Dia do Juízo”. Isso vale para vocês também hoje. Se forem condenados, não será por falta de pregação para você, nem por falta de oração por vocês. Deus sabe que se meu coração pudesse ser partido por suas almas, eu partiria, porque Deus é minha testemunha, de como eu amo todos vocês o entranhável amor em Jesus Cristo.

Oh! Que Ele mude seus corações e os leve a Ele! Pois a morte é algo solene, a condenação é terrível, estar sem cristo é algo horrendo, estar morto em pecados é algo pavoroso. Que Deus os guie a ver as coisas como são, e os salve por Sua misericórdia! “Aquele que crê e for batizado, será salva.”

"Senhor, esquadrinhe minha alma, prove cada pensamento;
Embora o meu coração não me acuse
De caminhar com um falso disfarce,
Rogo o julgamento dos Teus olhos.

Que perversidade secreta se oculta em mim?
Estou cedendo ante algum pecado desconhecido?
Oh! Mude meus passos quando me extraviares
E conduze-me em Teu caminho perfeito.”

(Acesse a introdução para ver o índice)


Agora, João, você acha que não há nada errado em uma coisa até que alguém veja, não é? Sente que é um grande pecado que teu patrão descubra que você está roubando o caixa, mas que não é nada demais se ninguém descobre o seu pecado. E você, senhor, que imagina que é muito grave tua fraude nos negócios se fores descoberto e levado a justiça, mas se não fores descoberto, está tudo bem: Não diga nada a esse respeito, Sr. Spurgeon, se trata de negócios, e não deves se intrometer nos negócios; as fraudes que não são descobertas, não devem representar nenhum problema para você. A medida comum de pecado é a sua notoriedade. Mas eu não acredito nisso. Um pecado é um pecado, se o cometes em segredo ou diante do mundo inteiro.

É curioso como os homens medem a culpa. Um trabalhador da estrada de ferro põe o sinal equivocadamente e ocorre um acidente; o homem é julgado e severamente censurado. No dia anterior também tinha colocado um sinal errado, mas não houve acidente algum e, portanto, ninguém o acusou por seu descuido e relaxamento. Mas foi exatamente o mesmo erro – com acidente ou sem acidente; o acidente não gerou a culpa, mas o ato – mas sem a notoriedade e a repercussão. Era sua responsabilidade ser cuidadoso. E ele é tão culpado na primeira como na segunda vez que, em sua negligência, expôs vidas humanas ao perigo mortal. Não meça o pecado pelo que outras pessoas dizem sobre ele, mas pelo que Deus diz a respeito dele, e como suas consciências protestam contra ele.

Agora, eu sustento que o pecado secreto, em qualquer circunstância, é o maior pecado, porque o pecado secreto implica que o homem que o comete tem aninhado e acalentado o ateísmo em seu coração. Se me perguntarem como pode ser isso? Eu respondo que essa pessoa pode até professar ser um cristão, mas eu lhe direi na sua cara que é um ateu na prática, se se esforça para manter uma profissão respeitável diante dos homens, e transgride em secreto. Diga-me, acaso não é um ateu aquele que diz que há um Deus, mas que ao mesmo tempo se importa mas com os homens do que com Deus?

Não é a própria essência do ateísmo, não é negação da divindade do Altíssimo, quando homens dão pouco valor a Deus e dão máxima importância aos olhos da criatura do que a observação do Criador? Há pessoas que por nada no mundo diriam palavras torpes na frente de um ministro, mas podem dizer normalmente sabendo que Deus está vendo. Esses são ateus. Há alguns que não iriam trapacear nos negócios por nada no mundo se souberem que serão descobertos, mas podem fazê-lo sabendo que Deus vê, isto é, valorizam o olho humano muito mais do que os olhos de Deus; e pensam que é pior ser condenado pelos homens do que ser condenado por Deus. Chame-o como quiserem, mas seu nome correto é ateísmo prático. É uma desonra para Deus; é destroná-lo, é colocá-lo abaixo de suas criaturas. E o que é isso senão negar a sua Divindade?

Irmãos, eu imploro que não incorram na culpa dos pecados secretos. Ninguém pode pecar pouco em secreto, pois certamente cairá em mais pecados. Ninguém pode ser um hipócrita e dizer ter uma falta moderada. Irá de mal a pior, e continuará assim até que sua culpa seja publicada, será então exposto como o pior e mais duro dos homens. Atribuam a mais severa importância a culpa do pecado secreto.

Ah! se eu pudesse falar como Rowland Hill fazia, fazendo as pessoas sentirem que estava falando pessoalmente para elas e as fazerem tremer! Se diz que quando ele pregava, não havia nenhum homem junto a janela que fosse, ou no meio da multidão, ou sentado na galeria, que não falasse: “Hey – é para mim que você está pregando, está falando acerca dos meus pecados secretos”. E quando ele proclamava o onisciência de Deus, é dito que os homens estavam inclinados a acreditar que estavam vendo Deus ‘corporalmente’ entre eles, olhando-os. E quando ele terminou o sermão, escutavam uma voz sussurrando em seus ouvidos: “Pode alguém se esconder, diz o Senhor, em um esconderijo que Eu não veja? Eu não encho, diz o Senhor, o céu e a terra?”

Eu gostaria de poder fazer o mesmo. Fazer com que cada homem olhasse para si e descobrisse seu pecado secreto.

Vamos, irmãos, o que é? Traga-o a luz do dia; talvez ele morra sob a luz do sol. Aquilo que não gostaria se fosse descoberto. Diz agora a tua própria consciência o que é. Olhe em sua face; confesse diante de Deus, e Ele te dará graça para vencer este pecado e qualquer outro, e te levará para Ele em pleno propósito e de todo coração! E eu acrescento isso para ti, que a sua culpa é culpa, se for descoberta ou não, e se existe alguma diferença é para pior, pois é uma culpa maior, porque tem sido secreta. Deus nos livre da culpa do pecado secreto! “Livra-me do que me são ocultos”.
A refletir sobre as más distribuições de impostos em muitos países, o desperdício de dinheiro com frescuras e vaidades num estado ainda de miséria, esse vídeo faz o protesto aos $HOWS gospeis que pra Deus são todos vazios, sem utilidade, de vaidade e desperdício. Desperdício de tempo, energia e dinheiro.

Ele não espera que você faça um grande evento mostrando assim o tamanho do seu amor a Ele. Ele espera gente que faça um grande projeto (ou mesmo um pequeno) em favor de pessoas. Da justiça, da fome, do amor.

Estava eu a ver as atualizações no meu Google+ quando me deparei com uma imagem. Apesar do erro de português (Emcima KKK), o texto foi mal escrito e o versículo usado veio de uma versão que faz perder o sentido de todo Evangelho. Assim dificultou uma interpretação coerente. Mesmo assim, é o que muitos, pra não dizer a a maioria, acreditam. Portanto comentei, não me conformando com a ideia equivocada da imagem, e nem dos seus defensores. Veja abaixo no que deu:




























Duas versões, talvez as mais coerentes traduzidas em português, reforça a minha idéia desse texto:

"Assim, porque és morno, nem frio nem quente, estou para te vomitar de minha boca." (Jerusalém)

"Assim, porque você é morno, não é frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca." (NVI)

As duas versões dá a ideia de que ele sente vontade, que o pecado e a imaturidade de alguns que sabe já sabem a verdade é repugnante, causa náusea, porém, não está dizendo que ele irá "vomitá-los". Pra quem crê na graça, é IMPOSSÍVEL acreditar que ele é capaz disso.



Deus não vai perguntar que tipo de carro você costumava dirigir... mas vai perguntar quantas pessoas necessitando de ajuda você transportou.

Deus não vai perguntar qual o tamanho da sua casa... mas vai perguntar quantas pessoas você abrigou nela.

Deus não vai fazer perguntas sobre as roupas do seu armário... mas vai perguntar quantas pessoas você ajudou a vestir.

Deus não vai perguntar o montante de seus bens materiais... mas vai perguntar em que medida eles ditaram sua vida.

Deus não vai perguntar qual foi o seu maior salário... mas vai perguntar se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo.

Deus não vai perguntar quantas promoções você recebeu... mas vai perguntar de que forma você promoveu os outros.

Deus não vai perguntar qual foi o título do cargo que você ocupava... mas vai perguntar se você desempenhou o seu trabalho com o melhor de suas habilidades.

Deus não vai perguntar quantos amigos você teve... mas vai perguntar para quantas pessoas você foi amigo.

Deus não vai perguntar o que você fez para proteger seus direitos... mas vai perguntar o que você fez para garantir os direitos dos outros.

Deus não vai perguntar em que bairro você morou... mas vai perguntar como você tratou seus vizinhos.

Deus não vai perguntar quantos diplomas você conquistou... mas vai perguntar como você usou seu conhecimento para o bem comum.

Deus não vai perguntar quantos hectares tinha sua propriedade... mas vai perguntar se você ajudou a proteger o meio-ambiente.

Deus não vai perguntar quantas pessoas você atraiu para a igreja... mas vai perguntar como você influenciou o Mundo à sua volta.

Deus não vai perguntar que herança você deixou para seus filhos... mas vai perguntar que legado deixou para as próximas gerações. E eu me pergunto: Que tipo de respostas terei para dar? Talvez Ele nem faça pergunta alguma. Bastaria Seu olhar prescrutante para que todas essas perguntas nos viessem à mente num abrir e piscar de olhos. E você, está pronto pra encontrar-se com Deus?

Hermes C. Fernandes
Quem não as tem? Quem nunca as teve? Quem jamais as terá? Sim, de todos os tipos e de todas as formas. Indo de realidades subjetivas às mais grotescas vontades de realizações objetivas e concretas. O Evangelho praticamente inicia com o tema da tentação! Por isto não é de admirar que Jesus tenha nos mandado vigiar e orar para não se “cair em tentação”. E com este “cair em...”, Ele revela que a tentação tem suas estações; ou seja: seasons. Ora, esta “estação das tentações” têm a ver com as dinâmicas psiquicas de nosso ser, conforme também aconteceu com Jesus. Na fome, na necessidade de afirmação e no desejo de cumprir Sua missão, a tentação veio como indução para transformar pedras em pães (fome), como impulso para resolver quem Ele era aos olhos de todos de uma vez (Pináculo) e como um “bypass” no tempo, queimando etapas, sobretudo a etapa da Cruz (o Monte Alto).

Portanto, quando Ele mandou orar para evitar a tentação, com isto não ensinava nem a devoção neurótica (orar contra a tentação), nem a atitude paranóica (poderei ser atingido pela tentação a qualquer momento). Sim, porque o que Ele ordena é que se encha a mente de oração, de um falar constante com Deus, e que nada mais é senão um falar consigo mesmo em Deus; de tal modo que o pensar não é de si para si, mas acontece em Deus, vivendo assim em permanente estado de conferência com Ele; em tudo. Além disso, no Pai Nosso, Ele vincula o “não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mau” — ao contexto antecedente, que fala de estar cheio e tomado pelo Pai, pelo desejo de que Seu nome seja em nós santificado, que sei reino cresça em nós (venha!), que a vontade Dele tenha seu lugar e chão em nós; além de nos remetar para a busca do que é do céu aqui na Terra.

Assim, uma das maiores prevenções contra a tentação tem a ver com uma devoção profunda e não neurótica; posto que se propõe a buscar o que é maior e mais elevado, ao invés de se deixar tomar pelo que aqui da Terra. Botar as coisas da Terra sobre aquilo que é eterno, é o que abre o espaço existencial maior para a tentação. Portanto, “orai...”, diz Ele, para que não se caia em tentação! É esse orar aquilo que mais e melhor previne a estação das tentações. Todavia, se alguém decide orar contra ou por causa da tentação, mais tentado ainda ficará; posto que a tentação, pela via da oração e por ela própria, se torna algo “fixo como pensamento”, e que apenas cresce mais e mais em nós.

Este tema da tentação é interminável, como infindáveis são as pulsões de tentação humana. Entretanto, sendo simples e prático, eu digo que o que de melhor se pode fazer por si mesmo na hora da tentação, não é pensar que podemos vencê-la, mas sim que não temos o poder, em nossa carne, para combatê-la. E, assim, sabendo disso, virmos a descansarmos em relação à tentação, pois ela se alimenta de nossa luta contra ela. Afinal, o que não pode ser vencido pelas nossas próprias forças, havendo confiança na Graça, já deveria estar vencido como ansiedade em nós; pois, se não posso, por que se afligir com tal impossibilidade? Assim, é esse cinismo santo para com o poder da tentação, e que resulta de nossa confiança na Graça de Deus, aquilo que deve tirar o poder da ansiedade e do medo pelo qual a tentação cria metástases em nossa mente, em todo o nosso processo de pensar. Quanto mais se enfrenta a tentação como tal, mais ela cresce em nós; e se orarmos contra ou em razão dela, mais ela se "fixa" em nós; tornando-se uma devoção diabólica; fazendo-nos “orar” contra aquilo que só se torna o que tememos quando é tratado como tal.

A única maneira de enfrentá-la é deixando-a rouca, falando sozinha, sem resposta nossa, enquanto nos desobrigamos de conversar com ela... ou de respondê-la... ou de mostrar para Deus e para nós mesmo que temos "o poder do livramento"... e que por isto a venceremos. Isto porque o “poder do livramento” do qual nos fala Paulo, escrevendo aos Coríntios, só se efetiva na vida daquele que descansa no livramento que já é; e que não apenas será se o tornarmos real por nossas próprias forças!

Quando se confia na Graça e no amor de Deus por nós, toda tentação perde seu poder; e se descansarmos na certeza de que Jesus já foi também tentado por nós, conhecendo cada uma de nossas fraquezas ou tendências, mais vicária e transferível, pela fé, será a vitória de Jesus em nosso favor. Se houver confiança e descanso, é claro! Desse modo, descansando é que se vence a tentação, confiando na fidelidade e na imutabilidade do amor de Deus. Pois só assim recebemos o poder de resistir, ou de suportar a tentação; posto que desse ponto em diante as tentações deixam de ser “sobre-humanas”, e se tornam apenas humanas; e, portanto, reduzidas ao nosso próprio nível, deixando de ser um poder irresistível. Paulo e Hebreus ensinam que as tentações não suportam o nosso silêncio confiante na Graça; assim como não suportam nosso descanso na Cruz de Cristo. Afinal, o “Está Consumado” vale também para as tentações.

As tentações crescem na medida em que nossas pulsões psicológicas, provocadas pelas nossas próprias cobiças (insegurança essencial) — e que são os agentes progenitores do que chamamos tentação —, se aninham e se fixam em nós como medo de Deus e de Sua punição. Sim, por essa via elas apenas aumentam, visto que tal realidade existencial e psicológica aceita a provocação do "medo de estar sendo tentado". Do mesmo modo elas crescem em razão de nosso de-bate com elas.

Tentação come medo; e se alimenta do seguinte cardápio: oração amedrontada, de-bate psicológico,
discussão com ela, medo de Deus; e também de seu oposto, que é a arrogância que julga que por força própria se pode vencê-la. Quem já não tem justiça própria, não tem mais assunto com nenhuma tentação! "Vamo-nos daqui... Aí vem o principe deste mundo, e ele nada tem em mim..." — disse Jesus. O principe deste mundo se alimenta do que “ele tem em nós”! Assim, como há muita cobiça e outras loucuras em todos nós, o melhor a fazer é confiar Naquele em quem o tal “principe” nunca teve NADA: Jesus. Parece coisa boba, mas não é!

Quem desejar, pratique; e verá como as tentações não suportam a confiança e o descando na Graça;
e isso em silêncio que nem ora contra... mas apenas ora em gratidão! O grande problema é aprender isto como confiança, e não como “teoria”. E mais: aprender a ser grato e natural com Deus mesmo em tais horas críticas. Quando a gente aprende isto, ela, a tentação, ao chegar, começa a perder o poder; posto que se alimenta de nossas importâncias; e sobretudo de nossa justiça-própria, de nossa necessidade de dar explicações a nós mesmos e aos céus; e, sobretudo, do medo de estar sendo tentado!
Caio Fábio
www.caiofabio.net



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Um perigo é que o homem não pode cometer um ‘pecadinho’ secreto sem que, com o tempo, se converta em um pecado público. Se cometes um pecado, é como quando se derrete as geleiras nos vales do Alpes; o resto virá em seguida. Hoje uma pedra é colocada num monte, no dia seguinte você coloca outra, e assim sucessivamente, até que a pilha de pedra se torna uma pirâmide. 

Veja o pequeno inseto em seu trabalho. Ele não edificará sua toca exatamente tão alta quanto imaginas, mas não vai parar até que as ervas daninhas em decomposição a cubram, e em seguida continuará, e finalmente, um grande monte é construído por essas minúsculas criaturas.

O pecado não pode ser contido pela sela e a rédea como com o cavalo. “Mas eu só vou tomar um gole de vez em quando, só vou ficar bêbado uma vez por semana ou algo assim. Ninguém vai ver, eu vou direto para a cama. Logo você estará bêbado nas ruas. “Eu vou ler esse livro lascivo e vou esconder debaixo da cama caso entre alguém”. Todavia irá mantê-lo em sua biblioteca amigo. “Eu só vou me encontrar com esses amigos às vezes”. Logo estarás com eles todos os dias, tal é o seu caráter sedutor; não podes evitá-lo. E o mesmo que pedir ao leão para enfiar a cabeça entre suas mandíbulas. Você não pode controlar suas mandíbulas: também não poderá controlar o pecado. Uma vez em que adentras ao pecado, não poderá decidir quando ele será destruído. Podes ser um indivíduo tão sortudo que, como Van Amburgh, coloque e tire a cabeça muitas vezes, mas não podes ter certeza se a aventura lhe custará a vida.

E você pode se empenhar em ocultar o seu hábito depravado, mas ele sairá a luz, você não pode evitar. Você guarda seu pequeno e favorito pecado em casa, mas como com um cãozinho, ele sairá correndo quando a porta estiver aberta. Cubra-o em teu colo, coloque-o sobre várias camadas de hipocrisia para mantê-lo em segredo, mas o infeliz como um pássaro, cantará quando outras pessoas estiverem presente; é impossível manter quieto para sempre o pássaro do mal. Teu pecado irá aflorar, e pior, nesse dia estarás já tão indiferente a ele que não mais se importará. O homem que se entrega ao pecado privado, gradualmente vai se tornando tão duro quanto o bronze.

A primeira vez que pecou assim, gotas de suor surgiram em sua testa, já na segunda vez não havia suor lá, só uma certa agitação; na terceira vez, havia um aspecto astuto e furtivo, mas não mais a agitação, na próxima vez, pecou um pouco mais; e gradualmente se tornou blasfemo em sua ousadia diante de Deus a ponto de exclamar: “Quem sou eu para que tema o Senhor, e quem é Ele para que o sirva?”

Os homens vão de mal a pior. Ponha teu barco na correnteza, e seguramente ele irá para onde ela o arraste. Coloque-o em um furacão, e será como um graveto ao vento, você não o controlará. O balão pode ser usado, mas não poderá controlar o seu curso, ele irá para onde o vento o levar. Se tu monta em um pecado uma vez, não há forma de detê-lo e controlá-lo. Tenha cuidado, se não queres estar entre os piores indivíduos, cuidado com os ‘pequenos’ pecados, porque eles quando empilhados uns sobre os outros, chegam ao topo e destroem a alma para sempre. Há um grande perigo em pecados secretos.

Mas há cristão aqui que consentem com pecados secretos. Afirmam que são pequenos pecados, e por isso podem deixá-los de lado. Queridos , eu falo com vocês agora, e eu falo também para mim mesmo quando digo isto: Abandonemos todos os nosso pequenos pecados secretos. Podemos chamá-los de pequenos, e eles são pequenas raposas, lembro-lhes que são as raposinhas que destroem as nossas vinhas, nossas vinhas são brotos tenros. Vamos cuidar de nossos “pequenos” pecados. Um pecadinho, como um pedrinha em um sapato, atrapalhará a caminhada em direção ao céu. Como os pequenos ladrões podem abrir a porta para os grandes que estão do lado de fora.

Cristãos, lembrem-se que os pequenos pecados deterioram sua comunhão com Cristo. Os pequenos pecados, como pequenas manchas na seda, podem destruir a fina textura da comunhão. Os pequenos pecados, como os pequenos defeitos de uma grande máquina, podem destruir todo o tecido da sua religião. Uma mosca morta arruína todo o vidro de perfume. Este pequeno cardo pode encher um continente inteiro de ervas daninhas.

Irmãos, matemos nossos pecados tão logo os descubramos. Alguém disse: O coração está cheio de aves impuras. É sua jaula”. “Ah!”, disse outro teólogo, “mas você não deve fazer disso uma desculpa, pois sua responsabilidade como cristão é torcer o pescoço de todos eles”. E é. Se existem coisas ruins, a nossa responsabilidade é matá-las. Os cristãos não devem tolerar pecados secretos. Não devemos abrigar traidores, pois é alta traição contra o Rei do Céu. Arrastemo-los a luz do dia, e sacrifiquemos cada um deles diante do altar, renunciando nossos pecados secretos mas queridos, seguindo voluntariamente os mandamentos de Deus. Há um grande perigo em um pequeno pecado secreto, por isso, os evitemos completamente, passemos longe deles, nos desviemos para evitá-los, e que Deus nos dê sua graça para que possamos dominá-los!



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De todos os pecadores, o homem que faz uma profissão religiosa e ainda vive na injustiça, é o mais miserável. Um ímpio descarado, que toma o copo na mão e diz: “Eu sou um bêbado, e eu não me envergonho disso” – será indescritivelmente miserável no mundo que está por vir, mas teve sua breve hora e momento de prazer. Um homem que diz maldições e blasfêmias e diz: “Este é o meu costume, eu sou um blasfemo”, e faz disso uma profissão, tem ao menos alguma “paz” sem sua alma, mas o homem que anda com o ministro de Deus, que está unido a igreja de Deus, que vai ao povo de Deus e se une a ele, e então vive em pecado, quão miserável deve ser sua vida! Tem uma vida pior do que a do rato que está em seu esconderijo e corre em segredo para pegar migalhas, e em seguida, retorna rapidamente para o seu buraco. Esses homens devem se apressar para o pecado de vez em quando, e Oh Quão temeroso está de ser descoberto! Um dia, talvez, ele mostre o seu caráter, mas com maravilhosa astúcia consegue esconder e disfarçar, mas no dia seguinte algo acontece de novo, e vive então em constante medo, dizendo mentira após mentira, fazendo com que a última seja convincente, acrescentando engano a engano para que os outros não descubram.
“Oh, é uma amaranhada teia que tecemos, Quando uma vez nos aventuramos a enganar”
Se eu vou ser ímpio, levarei a vida de um pecado fanfarrão, que peca diante da face do dia; mas, se peco, não vou agir como um hipócrita e um covarde. Não vou professar ser de Deus, enquanto passo a vida com o diabo. Essa truque do diabo é algo que todo o pecador “honesto” deveria se envergonhar. Ele dirá: “Agora, se eu verdadeiramente sirvo ao meu senhor, lhe servirei de forma declarada, e não fingir a respeito disso; se faço um profissão, a cumprirei; mas se não faço, se vivo em pecado, não vou escondê-lo por meio da hipocrisia e falsidade”. Algo que tem paralisado a igreja e que tem partido o seu vigor, é a mais infame hipocrisia. Ah, em quantos lugares há homens a quem poderíamos louvar até o próprio céu, se crêssemos em suas palavras, mas que nos jogariam no próprio inferno se pudéssemos ver suas ações secretas. Que Deus conceda perdão a qualquer um que esteja agindo assim.

Eu quase diria que dificilmente poderia perdoá-lo. Eu posso perdoar um homem que se entrega ao pecado abertamente e não professa ser melhor. Mas um homem que adula, que fala com engano, e simula, e ora, enquanto vive em pecado, a esse homem eu desprezo, não posso suportá-lo, o aborreço com minha alma. Se abandonasse esse caminho, o amaria, mas em sua hipocrisia, é para mim a mais desprezível de todas as criaturas.

Há um conto que diz que um sapo leva na verdade uma jóia em sua cabeça, mas este homem não tem nenhuma, mas carrega imundícia simulando estar amando a justiça. Uma mera profissão, meus senhores, não é nada mais que uma maquiagem ostensiva de quem está indo para o inferno, é como as plumas no carro fúnebre levado por cavalos negros que arrastam os homens a suas tumbas. Cuidem-se, acima de todas as coisas, de uma profissão feita de cera que não resiste aos raios do sol; evite uma vida que necessita de duas caras; deves ser uma coisa ou outra. Se decidires servir Satanás, não finja servir a Deus, mas se pretendes servir a Deus; O sirva de todo o coração. “Ninguém pode servir a dois senhores”; não insista nisso, pois não existe uma vida mais miserável que essa. Acima de todas as coisas, evite qualquer ato que seja necessário ser escondido.

Há um singular poema escrito por Hood, chamado “O Senhor de Eugenio Aram, uma poesia notável que ilustra bem o ponto que estou querendo fixar em suas mentes. Aram matou um homem e jogou o seu corpo num rio. “Uma lenta corrente, negra como tinta, profunda ao extremo”. No dia seguinte vai visitar a cena do seu crime:

“Eu busco o negro poço maldito, Com um olhar desconfiado e receoso; E ele viu o morto no leito do rio, Pois o infiel curso estava seco”.
Em seguida, ele cobriu o cadáver com muitas folhas, mas um vento forte varreu a floresta deixando seu segredo exposto ao sol;
“Então eu caí de rosto em terra, E pela primeira vez comecei a chorar, Pois descobri que meu segredo era tal Que a terra recusou guardar, Em terra ou no mar, onde quer que fosse Mesmo a dez mil metros de profundidade.”
Ele profetiza que será descoberto com notas melancólicas. Ele enterrou sua vítima em uma cova cobriu com pedras, mas quando os anos completaram sua cansada ronda, o fato macabro foi descoberto e o assassino foi executado.

A culpa é um “mordomo sinistro”, e tem seus dedos estão manchados de sangue. Os pecados secretos trazem olhos febris e noites sem dormir, até que os homens destroem e apagam suas consciências, mas se tornam maduros para a sepultura. A hipocrisia é um jogo difícil de se jogar, pois deve enganar a muitos observadores; e certamente é uma troca miserável que nos conduzirá a um fim, com seu grande clímax numa precisa falência total. Ah! – você que pecou sem serem descoberto, “tenha certeza que seu pecado há de encontrá-lo”; e pode ter certeza que encontrarão antes que passe muito tempo. O pecado, como o assassinato, será descoberto; os homens contam suas histórias até em seus sonhos. Deus tem picado muitas vezes os homens em suas consciências, até que foram obrigados a confessar a sua história.

Pecado secreto! Se quiser um prenúncio da condenação aqui na terra, continue com teus pecados secretos, pois nada é mais miserável que o homem que peca secretamente e trata de tentar preservar a sua imagem. Um cervo perseguido por cães sangrentos com suas bocas abertas, é muito mais feliz do que o homem que é perseguido por seus pecados. Aquele pássaro preso no laço do passarinheiro lutando para escapar, é muito mais feliz do que aquele que se tem enredado na rede do engano e se esforça pra escapar dela todos os dias se esforçando ao máximo, e ela se torna mais forte a cada dia. Ah, a miséria dos pecado secretos! De fato tu podes orar agora: “Livra-me dos que me são ocultos”.
Paulo disse, escrevendo aos Efésios, que “tudo o que se manifesta é luz”. Ora, esta afirmação carrega um bem psicológico e espiritual incomparável. Digo isto porque deixar que o interior se expresse a nós mesmos é o que de melhor podemos fazer por nossas vidas.

Alguém pergunta: por quê? Ora, esta pergunta é mais que pertinente, e isto por algumas razões bem simples de entender.

Primeiramente porque somos ensinados a esconder, a não deixar que nada se manifesta, visto que é nossa tarefa, como “bons cristãos”, darmos “bom testemunho” mediante um comportamento equilibrado, mesmo que o interior seja mais agitado e revolto que a força do Atlântico quando empurra o Rio Amazonas de volta para seu próprio lugar, depois que as poderosas correntes do rio invadem o oceano. A segunda razão para não deixarmos que nosso interior se manifeste vem da certeza que se tem do “juízo dos outros” contra o que existe em nós—e que é a mesma coisa que existe em todos—; e, por isto, selamos com selos de medo e vergonha quem somos e o que sentimos, a fim de não sermos condenados pelos outros. O que as pessoas parecem não saber ou crer é que Jesus disse que aquilo que acontece no interior da casa um dia será gritado da varanda, pois, nada há oculto senão para ser revelado.

Ora, este princípio é inviolável! E por que tal princípio é inviolável?

Primeiro, porque o interior é vivo e dinâmico e jamais para de crescer. Ou seja: se algo existe em mim, no meu interior, esse algo continuará a crescer até que venha para o lado de fora, para a luz. Assim, quanto mais eu empurro para dentro aquilo que existe em mim como realidade, mais eu aumento o poder do juízo no dia em que isto que está oculto vier a “gritar do telhado” a fim de se expor como verdade. Portanto, não há como eu possa selar o meu inconsciente e fazer com que ele se cristalize em obediência às minhas necessidades de conformidade exterior. Mais cedo ou mais tarde o que é, é...e passa a ser, mesmo contra a minha vontade. Além disso, à semelhança do Atlântico quando empurra o Rio Amazonas de volta para seu próprio lugar depois que suas correntes invadem o mar, assim também o Inconsciente (Atlântico) empurrará as repressões do consciente (o Rio Amazonas) de volta para seu próprio curso, e forçá-lo-á a reconhecer a força que emerge do oceano de meu Inconsciente.

Esta é a pororoca da alma, e os resultados podem ser devastadores!

Ora, Paulo disse que uma vez que as coisas que estão dentro—por mais feias que nos pareçam—emergem e aparecem como sinais exteriores, seja pela via do comportamento ou apenas pela via da constatação dos sentimentos e pulsões interiores que em mim existem, então, elas começam a perder a sua força, visto que foram retiradas do ambiente no qual eles se alimentam—as sombras do inconsciente! O caminho para a libertação das trevas é trazê-las para a luz. Ora, a luz é a verdade. Ou seja: o que nos liberta dessas forças compulsivas do interior é a exposição delas à luz da verdade em minha consciência.

Quando eu não me escondo mais de mim mesmo, e chamo pelo nome aquilo que em mim existe e que eu passo a vida tentando negar a existência, então, estranhamente, aquilo que passa a ser nomeado em mim, perde sua força, visto que sua fonte de energia é a escuridade da negação, e o ambiente do ocultamento culpado. No entanto, quando abraçamos a verdade, essas sombras são iluminadas pela luz em razão de meu ato de reconhecimento e de não-negação da realidade em mim existente, e, paradoxalmente, perdem seu poder de assombrar, pois agora já não são mais “fantasmas”, mas realidades nomeadas pela luz.

"Manisfestando" o Interior

A maioria das pessoas teme tal constatação pelo simples fato de que foram ensinadas que tais coisas precisam ser reprimidas e matadas por nós mesmos e em nós mesmos. E, assim e desse modo, na tentativa autojustificada de ser santo, eu me torno um tarado, ou um ser compulsivo e cheio de amargura e ódio, visto que nenhuma vida pode receber paz se existe em fuga de seu próprio interior. Trazer nosso interior à luz não deve ser entendido como trazer nossa estultícia à luz.

Não, não é isto. De fato, o significado de “manifestar” o interior não tem de significar um mergulho de cabeça no mar das nossas compulsões e desejos reprimidos. Ao contrário. De fato, tem-se que “manifestar” o interior justamente para que ele não se torne nosso “senhor” e nos obrigue, sem escolha, a expor pela pior via o nosso interior como doença do comportamento, e que pode fazer mal não apenas a nós mesmos, mas a muitas outras pessoas.

Trazer nosso interior à luz começa como vontade de não mais fugir de olhar para nós mesmos, e continua mediante a coragem de dar nome às coisas que até então nós chamamos de “nossas virtudes”.

Isto porque, em geral, quando o ser, como um todo, não veio para a luz sem medo, a tentativa da gente é “batizar” nossas doenças com nomes de santidade e virtude. Nesse caso, se alguém desejar saber quais são as suas piores sombras e monstros ocultos no seu ser, basta ver quais são os temas que mais o provocam como raiva e ódio em relação ao comportamento dos outros, visto que, normalmente, odiamos de todo o coração aquilo que mais desejamos, e não fazemos porque nos sentimos impedidos de realizar em razão de nossa própria virtude exterior.

Assim, a virtude autoglorificada é sempre o diagnóstico da treva em nós ocultada!O caminho, portanto, começa com o exercício de falarmos a verdade com nós mesmos, e pararmos de julgar o próximo com ódio, pois quanto mais negarmos que as mesmas coisas existem em nós, mais odiaremos aqueles nos quais tais coisas se manifestam, e, assim, tanto mais, pela via de nosso próprio ódio, aumentaremos nossa própria escuridade interior, e nossas sombras crescerão sem limites em nós.

Pense nisto!
Caio Fábio
Considero importantíssima a desconstrução dos conceitos acerca da igreja contemporânea. Não dá pra fugir desta discussão. Mas haverá fundamento sólido nos discursos que consideram que as instituições religiosas são o próprio anti-cristo?

No passado recente da história da igreja brasileira, enfrentamos desafios semelhantes aos da idade média, onde a igreja anterior à reforma tomou para si privilégios institucionais que, de tão danosos, tornou iminente a primeira Reforma. O problema é que não importa o que você tente empreender coletivamente, necessariamente terá que institucionalizar coisas. O próprio Jesus falava de maneira feroz contra a religiosidade institucional, mas não questionava os fundamentos das instituições estabelecidas em seu tempo. O problema não era a existência organizacional, mas a falta de eficiência de tais estruturas e também da falta de compromisso das pessoas envolvidas com a vontade de Deus.

Reconstruir é o passo seguinte a toda desconstrução. Não há outro caminho. Pois, ao menos metade do Novo Testamento trata de preceitos explícitos com relação ao convívio em comunidade. Talvez isto seja para que nos lembremos que, a Igreja é a única organização certificada e aprovada por Deus para a edificação do Reino. Então não basta repetir para si mesmo que “somos todos sacerdotes”, se não relembrarmos que nem todos fomos chamados para o GOVERNO na comunidade.

Há um ditado popular que afirma que “o poder corrompe… e o poder absoluto corrompe absolutamente”. Este é um ditado herético e que representa bem nossa insatisfação mal direcionada. Deus possui o poder absoluto, porém a própria palavra de Deus afirma que nele não há corrupção alguma. Igualmente, a Igreja de Cristo deve avançar, lembrando sempre de onde vem sua autoridade e poder. E nós jamais podemos nos esquecer que, instituições devem servir à Igreja de Cristo. Não iremos nos corromper por que aquele que é o TODO PODEROSO jamais se corrompe. Nossa luta não é contra a institucionalização, mas contra o governo dos interesses institucionais (que visam garantir a sobrevivência estrutural) sobre a Igreja de Cristo.

Não culpe a enxada pelo mau uso feito pelo agricultor.
O problema SEMPRE está nas pessoas. As estruturas são um mero detalhe.

Solomon



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Hipócrita, você é formoso quando os outros te vêem, tua conduta externa é reta, afável, liberal, generosa e cristã; mas você se entrega a pecados que os olhos dos homens não detectaram. Talvez tenhas o teu frenesi privado. Não anda e cambaleia bêbado pelas ruas, mas se entrega a bebida em privado. Pode ser qualquer outro apetite ou vicio, não me compete especificá-los neste momento. Mas, hipócrita, te digo que és um tolo quando pensa em hospedar um pecado secreto. 

Você é um tolo por uma razão especial, teu pecado não é um pecado secreto, é conhecido e será revelado um dia, talvez muito em breve. Teu pecado não é um segredo pois os olhos de Deus o tem visto, você pecou diante de Sua face. Você fechou a porta, você fechou as cortinas, você se escondeu da luz do sol, mas os olhos de Deus penetram a escuridão, as sombras que te rodeavam e vê tudo como ao sol do meio-dia todas as coisas. Você não Sabe, ó homem, que “todas as coisas estão nuas e patentes diante dos olhos dAquele que devemos prestar contas?

Quando um sacerdote enfiava a faca nas entranhas do animal do sacrifício, descobria ali o coração e o fígado, e tudo que estava nas entranhas. Assim és tu, ó homem, visto por Deus; cortado em duas metades pelo Todo-Poderoso. Não tens nenhuma câmara secreta onde possa se esconder. Não tens nenhum porão escuro onde possa esconder tua alma.

Você não tem câmara secreta onde você pode se esconder. Você não tem porão escuro onde você pode esconder a sua alma. Cave profundamente, oh, tão profundamente que chegues ao inferno, mas não encontrarás terra suficiente para cobrir o seu pecado; se pudésseis reunir montanhas sobre a tumba do seu pecado, essas montanhas contariam o segredo que está em suas entranhas. Se pudésseis jogar seus pecados ao mar, mil ondas sussurrantes contariam o teu segredo. Não é possível que te escondas de Deus. Teu pecado está registrado no céu. O ato, quando foi cometido, foi registrado no céu e ali permanecerá, e um dia tudo será revelado aos olhos curiosos de todos os homens. Como um hipócrita e falso, você cometeu seus pecados em segredo é claro, mas foram observados pelo Senhor que tudo vê.

Oh, quão tolos são os homens quando pensam que podem fazer algo em segredo. Este mundo é como uma colméia de vidro, dentro da qual as abelhas trabalham: podemos então observar e ver todos os trabalhos dessas criaturas. Assim, Deus olho dês os céus e tudo vê. Nossos olhos são débeis. Não podemos ver no escuro. Mas os olhos de Deus, como um globo de fogo, atravessa a escuridão. Ele lê os pensamentos do homem e vê suas ações quando ele pensa que está bem escondido.

Ah, esse pensamento seria suficiente para nos refrearmos de todos os pecados, se tão somente aplicássemos a nós: “Tu é o Deus que vê!” Ladrão, pare! Deixe o que tens roubado. “Deus te vê! Nenhum olho na terra te contempla, mas os olhos de Deus estão agora olhando desde os céus. Blasfemo! As pessoas que te preocupam no viram teu juramento, mas Deus escutou, teu juramento penetrou os ouvidos do Senhor Deus dos exércitos. Ah! Tu que levas uma vida imunda, mas parece um empresário respeitável mostrando aos homens em caráter afável e bom. Teus trabalhos são todos conhecidos e estão escritos no livro de Deus. Ele tem um diário de todas as tuas ações. Pense naquele dia em que uma multidão estará reunida, comparada com a qual, qualquer multidão aqui não passa de um gota em um balde, e Deus lerá a tua história secreta, e os anjos e os homens ouvirão. Estou certo de que não há ninguém que gosta de ler todos os seus segredos, em especial os nossos pensamentos secretos.

Se eu escolher entre essa congregação o homem mas santo e lhe pedir para se levantar e dizer: “Bem, senhor, eu sei todos os seus pensamentos, e eu estou pronto para contá-los” – eu tenho certeza que me ofereceria o maior suborno que pudesse conseguir para que eu ocultasse alguns deles. “Conte” – me diria – “as minhas ações; pois delas não me envergonho, ma não conte meus pensamentos e imaginações:Porque deles sempre estarei envergonhado diante de Deus”.

Como é grande, então, pecador, será tua vergonha quando tuas lascívias secretas, tuas transgressões privadas, teus crimes ocultos forem anunciados desde o trono de Deus, e publicados por Sua própria boca, e com uma voz mais forte que mil trovões declararem teus segredos diante do mundo inteiro reunido. Qual será o seu terror e confusão então, quando todas as obras do teu coração forem publicadas em face do sol para todos os ouvidos da humanidade. Oh, renuncie a insensata esperança, pois teu pecado tem sido registrado neste dia, e será publicado um dia em todas as paredes do céu.