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Deus existe? No outro dia fui convidado a provar a existência de Deus. Estava tendo uma conversa individual com um amigo céptico, o qual de alguma forma jogou a pressão da prova sobre mim. Ele não queria os argumentos religiosos, morais ou filosóficos -- ele queria a "prova" científica.

Deus existe? - É uma Abordagem Científica Possível?
Em relação à pergunta: "Será que Deus existe?", na verdade só há duas conclusões possíveis: ou Deus existe ou não existe. Não há meio caminho. Não há um meio termo. Seja você um ateu ou um teísta, há um certo nível de conhecimento, e há um certo nível de fé.

Eu pensei por um momento ... Posso provar a existência de Deus - cientificamente? Na minha experiência religiosa/moral/ filosófica, Ele já tinha sido provado a mim. No entanto, meu amigo não tem andado pela mesma jornada que eu. Ele quer os fatos - ele quer uma prova naturalista de uma realidade sobrenatural.

Cheguei à conclusão de que a pergunta do meu amigo era justa. Ele merecia grande esforço da minha parte. Então resolvi dar uma tentativa....

Deus existe? - Uma análise científica da evidência
Deus não pode ser provado através de fórmulas matemáticas ou propriedades da física, mas nós vivemos em uma era onde a evidência de um Criador Inteligente é tudo que nos cerca. Basta olhar através do telescópio Hubble e examinar o grande cosmos. Dê uma olhada no monitor de um microscópio eletrônico de varredura e mergulhe no complexo mundo de uma célula microscópica. Tente compreender a enorme biblioteca de informações complexas inerentes ao código digital que transforma um óvulo fertilizado em um ser humano. Estude princípios da mecânica quântica e investigue o mundo da multidimensionalidade. Examine a natureza da sua consciência, subconsciência, normas de moralidade, pensamentos de religião. Em seguida, tente conciliar todas essas realidades com uma teoria básica de aleatoriedade e caos.

Baseado no que sabemos hoje, eu realmente acredito que o ateísmo (rejeitar qualquer tipo de deus) é um "salto de fé" muito maior do que o teísmo (acreditar que algum tipo de deus existe).

Perguntei ao meu amigo: "Você realmente já parou para pensar sobre algumas das evidências sobre Deus? Ou você está apenas pressupondo um mundo puramente naturalista e fechando os olhos para algumas das possíveis evidências? Se eu propor algumas evidências observacionais, você ainda está disposto a examiná-las?"

Meu amigo me pediu para seguir adiante. Então, encontre a seguir a minha tentativa de fazer algumas observações científicas básicas que apontam para Deus:
  • Causalidade. Deus oferece a melhor explicação para a existência do universo e tudo que nele existe. (A teoria alternativa é que "nada" explodiu e resultou em tudo o que vemos.)
  • Ordem. Deus oferece a melhor explicação para noções abstratas de números, fórmulas matemáticas, processos químicos e leis naturais. (A teoria alternativa é que os primeiros elementos caóticos se organizaram em sistemas de informação complexos.)
  • Design. Deus oferece a melhor explicação para a complexidade absoluta e inerente dos sistemas cosmológicos, estelares, planetários, químicos e biológicos. (A teoria alternativa é que o acaso projetou o design aparente.)
  • Instruções Codificadas. Deus oferece a melhor explicação para o código digital do DNA que controla as funções de toda a vida na terra e são por ele contidos. (A teoria alternativa é que um código complexo, como o código binário executado por computadores, pode passar a existir sem qualquer tipo de programação, teste e depuração do processo.)
  • Complexidade Irredutível. Deus oferece a melhor explicação para o pleno funcionamento dos organismos, sistemas e subsistemas biológicos que não poderiam acontecer por meio de processo evolutivo gradual sem deixar de existir totalmente em níveis evolutivos mais baixos. (A teoria alternativa é que os sistemas biológicos tomaram saltos enormes e invisíveis do simples ao complexo sem qualquer processo guiado ou instruções progressistas.)
  • Dualidade. Deus oferece a melhor explicação para as funções separadas do cérebro humano e da consciência (matéria e mente). (A teoria alternativa é monismo - só a matéria existe e o cérebro humano tem apenas a aparência de ter uma habilidade subconsciente separada.)
  • Moralidade. Deus oferece a melhor explicação para a existência do amor, emoção, altruísmo e valores inerentes morais/éticos em todo o mundo. (A teoria alternativa é que os processos materialistas evoluem a uma maior consciência humana sem qualquer guia.)
Deus existe? – Uma conclusão científica
Quando se trata da pergunta "Deus existe?", só há duas visões científicas - Alguém / Algo criou tudo, ou o mundo criou a si mesmo. Seja o início do cosmos ou o início da vida, o início da humanidade ou o início da mente, Alguém / Algo é responsável por tudo que vemos ou tudo é responsável por si mesmo.

"Deus existe?" Será que essa é realmente uma pergunta sobre ciência? Na verdade, parece que esta é uma questão de ciência forense, uma vez que não podemos recriar o nascimento do universo ou a formação da primeira vida em laboratório. Portanto, nós recolhemos as evidências observáveis no nosso mundo e aplicamos nossa capacidade de investigação à análise do seu significado coletivo. No final, todos nós precisamos recolher e analisar as provas por nós mesmos. Finalmente, qualquer que seja o nome (investigação científica ou fé puramente religiosa/moral/filosófica), essa não é uma questão para o laboratório. É uma decisão pessoal de investigação para cada um de nós.

Deus existe? No outro dia fui convidado a provar a existência de Deus. Estava tendo uma conversa individual com um amigo céptico, o qual de alguma forma jogou a pressão da prova sobre mim. Ele não queria os argumentos religiosos, morais ou filosóficos -- ele queria a "prova" científica.

Deus existe? - É uma Abordagem Científica Possível?
Em relação à pergunta: "Será que Deus existe?", na verdade só há duas conclusões possíveis: ou Deus existe ou não existe. Não há meio caminho. Não há um meio termo. Seja você um ateu ou um teísta, há um certo nível de conhecimento, e há um certo nível de fé.

Eu pensei por um momento ... Posso provar a existência de Deus - cientificamente? Na minha experiência religiosa/moral/ filosófica, Ele já tinha sido provado a mim. No entanto, meu amigo não tem andado pela mesma jornada que eu. Ele quer os fatos - ele quer uma prova naturalista de uma realidade sobrenatural.

Cheguei à conclusão de que a pergunta do meu amigo era justa. Ele merecia grande esforço da minha parte. Então resolvi dar uma tentativa....

Deus existe? - Uma análise científica da evidência
Deus não pode ser provado através de fórmulas matemáticas ou propriedades da física, mas nós vivemos em uma era onde a evidência de um Criador Inteligente é tudo que nos cerca. Basta olhar através do telescópio Hubble e examinar o grande cosmos. Dê uma olhada no monitor de um microscópio eletrônico de varredura e mergulhe no complexo mundo de uma célula microscópica. Tente compreender a enorme biblioteca de informações complexas inerentes ao código digital que transforma um óvulo fertilizado em um ser humano. Estude princípios da mecânica quântica e investigue o mundo da multidimensionalidade. Examine a natureza da sua consciência, subconsciência, normas de moralidade, pensamentos de religião. Em seguida, tente conciliar todas essas realidades com uma teoria básica de aleatoriedade e caos.

Baseado no que sabemos hoje, eu realmente acredito que o ateísmo (rejeitar qualquer tipo de deus) é um "salto de fé" muito maior do que o teísmo (acreditar que algum tipo de deus existe).

Perguntei ao meu amigo: "Você realmente já parou para pensar sobre algumas das evidências sobre Deus? Ou você está apenas pressupondo um mundo puramente naturalista e fechando os olhos para algumas das possíveis evidências? Se eu propor algumas evidências observacionais, você ainda está disposto a examiná-las?"

Meu amigo me pediu para seguir adiante. Então, encontre a seguir a minha tentativa de fazer algumas observações científicas básicas que apontam para Deus:
  • Causalidade. Deus oferece a melhor explicação para a existência do universo e tudo que nele existe. (A teoria alternativa é que "nada" explodiu e resultou em tudo o que vemos.)
  • Ordem. Deus oferece a melhor explicação para noções abstratas de números, fórmulas matemáticas, processos químicos e leis naturais. (A teoria alternativa é que os primeiros elementos caóticos se organizaram em sistemas de informação complexos.)
  • Design. Deus oferece a melhor explicação para a complexidade absoluta e inerente dos sistemas cosmológicos, estelares, planetários, químicos e biológicos. (A teoria alternativa é que o acaso projetou o design aparente.)
  • Instruções Codificadas. Deus oferece a melhor explicação para o código digital do DNA que controla as funções de toda a vida na terra e são por ele contidos. (A teoria alternativa é que um código complexo, como o código binário executado por computadores, pode passar a existir sem qualquer tipo de programação, teste e depuração do processo.)
  • Complexidade Irredutível. Deus oferece a melhor explicação para o pleno funcionamento dos organismos, sistemas e subsistemas biológicos que não poderiam acontecer por meio de processo evolutivo gradual sem deixar de existir totalmente em níveis evolutivos mais baixos. (A teoria alternativa é que os sistemas biológicos tomaram saltos enormes e invisíveis do simples ao complexo sem qualquer processo guiado ou instruções progressistas.)
  • Dualidade. Deus oferece a melhor explicação para as funções separadas do cérebro humano e da consciência (matéria e mente). (A teoria alternativa é monismo - só a matéria existe e o cérebro humano tem apenas a aparência de ter uma habilidade subconsciente separada.)
  • Moralidade. Deus oferece a melhor explicação para a existência do amor, emoção, altruísmo e valores inerentes morais/éticos em todo o mundo. (A teoria alternativa é que os processos materialistas evoluem a uma maior consciência humana sem qualquer guia.)
Deus existe? – Uma conclusão científica
Quando se trata da pergunta "Deus existe?", só há duas visões científicas - Alguém / Algo criou tudo, ou o mundo criou a si mesmo. Seja o início do cosmos ou o início da vida, o início da humanidade ou o início da mente, Alguém / Algo é responsável por tudo que vemos ou tudo é responsável por si mesmo.

"Deus existe?" Será que essa é realmente uma pergunta sobre ciência? Na verdade, parece que esta é uma questão de ciência forense, uma vez que não podemos recriar o nascimento do universo ou a formação da primeira vida em laboratório. Portanto, nós recolhemos as evidências observáveis no nosso mundo e aplicamos nossa capacidade de investigação à análise do seu significado coletivo. No final, todos nós precisamos recolher e analisar as provas por nós mesmos. Finalmente, qualquer que seja o nome (investigação científica ou fé puramente religiosa/moral/filosófica), essa não é uma questão para o laboratório. É uma decisão pessoal de investigação para cada um de nós.


Foi-se a Copa? Não faz mal.
Adeus chutes e sistemas.
A gente pode, afinal,
cuidar de nossos problemas.

Faltou inflação de pontos?
Perdura a inflação de fato.
Deixaremos de ser tontos
se chutarmos no alvo exato.

O povo, noutro torneio,
havendo tenacidade,
ganhará, rijo, e de cheio,
A Copa da Liberdade.

Carlos Drummond de Andrade
Poesia e Prosa - 1992

Matthieu Ricard é autor de diversos best sellers, tradutor, fotógrafo e monge budista, autor de "Happiness: A Guide to Developing Life's Most Important Skill," conhecido como "a pessoa mais feliz do mundo" pela mídia popular.

Nesse vídeo ele aborda a gravidade de que doenças mentais - muitas consideradas normais e cotidianas como a ansiedade e angústia - pode nos trazer problemas trágicos e como isso afeta na sociedade. Ele também menciona a nossa necessidade tanto particular como social de compartilhar, um paradoxo em que quanto mais egoísta, mais perda, e, quanto mais altruísta, mais ganho.




Segundo o dicionário, a palavra 'Paradigma' significa modelo, exemplo, padrão. Até ai, nada de mais, o problema é se nossos conceitos se tornarem Paradigma. Como assim? É quando o que eu vejo, o que percebo, o que está no meu ambiente no meu costume e experiência, se torna pra mim um modelo padrão generalizado.

Um exemplo é o que aconteceu comigo. Trabalhei em uma empresa, e eu controlava a parte do atendimento e vendas. Depois de um tempo, trabalhei em outra empresa muito próxima desta. Na minha percepção, aquela empresa não estava indo bem pois eu não estava o mesmo fluxo de pessoas entrando e saindo como antes. Só que a questão é que minha visão é que mudou. O modelo que eu via antes, não é o que tenho mais. Estou em lugar diferente que nem mesmo era de frente de modo que eu vesse realmente o movimento. E eu nem tinha tempo pra ficar olhando, era apenas aquela observação solta. Outro caso era eu sentir falta da presença de algumas pessoas na igreja por um momento, e só depois lembrar que eu é que faltei o culto, e, ou, outro ambientes que eu a encontrava.

Mas e ae? Realmente é um defeito nosso, mas o que isso influencia na minha vida a ponto de isso ter que virar um post?

É que vejo situações de pessoas julgando questões como em relação ao sentimento da Igreja, a resposta da pregação dos pastores e a prática dos mesmos e até teologia a partir do próprio paradigma. Diziam que todos os membros estavam desanimados, que a pregação estava fraca, que os pastores não dava o exemplo de prática na Palavra. Questionavam argumentos teológicos a partir da própria concepção pois era percebido que nunca era bíblico.

Como você pode dizer que eles estavam julgando errado?

Porque eu e ninguém mais dos que estava ali sentia e nem percebia nada disso que eles disseram. Ao contrário, vimos membros fazendo coisas que nunca fizeram em relação ao próximo e isso sem nem mesmo os pastores saberem. O mesmo que estava acontecendo com os pastores. Só que estava perto poderia ver pois o que eles fazia não faziam questão de publicar.

A grande resposta é que esses que criticaram o andamento da igreja, era justamente as únicas que não estavam participando de nada, nem mesmo indo aos cultos. Se sentiam frustrados com a igreja, porém o cerne da frustração era com eles mesmos. A solução foi chamá-los para ver, participar, sair desta zona de observância, e começar a caminhar junto. É como no meu exemplo no começo do post, eu entrar dentro da outra empresa e ver o fluxo das pessoas.

Com o tempo, elas foram enxergando a verdade, e não a ilusão a partir deles mesmos. A solução é questionar-se. É experimentar, comprovar. Ter paciência, pois o ver na maioria das vezes não é imediato. Jesus não disse nada sobre julgar, ele mesmo julgava e criticava a prática dos judeus. O que ele adverte é esse julgamento hipócrita, onde o problema é esse de dizer o que não faz, por isso faz um julgamento incompleto, equivocado.

  • Me assusto da covardia de pessoas que só o querem o dinheiro.
  • Me assusto da falsidade, que sempre tem um efeito barganhante.
  • Me assusto com a mentira, que sempre é para o benefício de si mesmo.
  • Me assusto com crueldade com que as drogas torna alguém cruel
  • Me assusto com que o dinheiro move a maioria dos sofrimentos, vícios, angústias e temores.
  • Me assusto com o markting que nos leva um papo legal, essêncialmente, "mete o pau"
  • Me assusto com pessoas que pouco se importa se é bom pra você, estão mais preocupados com seus currículos, e o seu salário no final do mês.
  • Me assusto da perversidade de homens morais e éticos.
  • Me assusto com a sociedade que estimula a pedofilia.
  • Me assusto da inconstância das pessoas.
  • Me assusto da generalização do sexo, em todas as suas direções fora de controle.
  • Me assusto do fato que já foi dito. O amor está se esfriando. O ultimo Natal é a prova disso.
  • Me assusto da forma que o sexo é praticado, totalmente sem compromisso, tentando sasiar o insasiável.
  • Me assusto comigo mesmo, quando estou sozinho.
  • Me assusto dos dias de hoje, que não mais queremos pensar. Não se fazem gente como antes.
  • Me assusto com a nossa falta de vergonha na cara, que tantas vezes falha, e nunca conserta o erro.
  • Me assusto com a conformação da perversidade.
  • Me assusto com a natureza, que já não mais aguenta sofrer, e está furiosa, se virando contra o homem.
  • Me assusto com pessoas que não crêem na Bíblia, sendo o motivo de ter escrito por homens, mas constantemente são manipulados por tineráveis religiosos que falam mais o que ouviram falar e do que acham.
  • Me assusto da hipocrisia de nós mesmos. Tanta que até dizemos "Faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço"
  • Me assusto da podridão que é o ser humano. Não conseguie seguir seus próprios conceitos morais.
  • Me assusto com as vitórias da religião, que faz tudo para esconder, o que Deus tornou mais resplandecente.
  • Me assusto do valor que tanta gente dá á "autoridade" de religiosos. É maior do que a de Deus, da Palavra e da consciência.
  • Me assusto do poder de persuazão que a sabedoria tola e vazia faz.
  • Me assusto da cegueira que um amor conjugal no tempo errado traz.
  • Me assusto da teima do ser humano em querer ser sozinho, sempre indignado com pessoas que cuidam da vida delas.
  • Me assusto com a atenção que damos a contos de fadas, e a ignorancia a verdades insofismaveis.
  • Me assusto do cuidado que temos do exterior, e o pouco causo do sepulcro caiado que transforma as nossas almas.
  • Me assusto da verdade de que engolimos um mosquito e vomitamos um camelo.
  • Me assusto da falta de limite do humor.
  • Me assusto da nossa obediência ao coração perverso e enganoso.
  • Me assusto do processo de moldagem afeminada do mundo. Moda, gostos, musica, opção sexual.
  • Me assusto da admiração ás pessoas que xingam, que se embreagam e que fazem bobagens fúteis, tudo para 1 minuto de fama.
  • Me assusto do nosso constante engano em responder que Deus é TUDO, mas em nosso tempo e escolhas Ele não estar em prioridade.
  • Me assusto da aparecente ironia de Deus em amar quem nem mesmo acredita nele, e dar condição destes a amar o próximo.
Rodrigo Melo
Vamos ser brutalmente honestos: muitos dos ensinamentos de Jesus estão completamente dessincronizados das convenções que dominam nossa cultura.

Estou falando, é claro, sobre o Jesus que encontramos na Escritura, não o personagem de livro de colorir, sempre-gentil, nunca-severo, supertolerante, que existe somente na imaginação popular. O Jesus verdadeiro não era um clérigo domesticado, com colarinho engomado e modos gentis; ele era um Profeta corajoso e incorruptível, que desafiava regularmente os padrões do politicamente correto.

Considere o relato do ministério público de Jesus apresentado no Novo Testamento. A primeira palavra de seu primeiro sermão foi “Arrependam-se!” – um tema que não era mais bem-vindo e menos incômodo que é hoje. O primeiro ato de seu ministério público deu início a uma pequena desordem. Ele fez um chicote de cordas e perseguiu os cambistas e mercadores de animais pelos pátios do Templo. Isto iniciou um conflito de três anos com os líderes religiosos mais distintos da sociedade. No final, eles o entregaram às autoridades romanas para crucificação, enquanto multidões de leigos aplaudiam.

Jesus foi clara, deliberada e dogmaticamente contracultural em quase todos os sentidos. Não surpreende que a aristocracia religiosa e acadêmica fosse tão hostil a ele.

Jesus receberia boas-vindas mais amigáveis dos líderes religiosos mundiais, da elite midiática, ou a nobreza política hoje? Alguém que tenha considerado seriamente o Novo Testamento sabe bem que não. Nossa cultura se dedica ao pluralismo e tolerância; desdenha de toda afirmação de verdade absoluta ou exclusiva; convencida de que o amor a si mesmo é o maior amor de todos; satisfeita com o fato de que muitas pessoas são fundamentalmente boas; e desejando desesperadamente acreditar que cada um de nós é abençoado com uma chama da divindade.

Contra uma cultura assim, a mensagem de Jesus toca todas as notas dissonantes. Sempre-gentil, nunca-severo, super tolerante. Observe o registro bíblico. As palavras de Jesus estão cheias de exigências difíceis e avisos severos. Ele disse: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.
Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará. Porque, que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?” (Lucas 9.23-25). “Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo” (Lucas 14.26).

Certa vez, uma inconcebível atrocidade romana tomou a vida de muitos peregrinos galileus que foram a Jerusalém para adorar. Pilatos, um governador romano, ordenou a seus homens que matassem alguns adoradores e então misturassem o sangue deles com os sacrifícios que eles estavam oferecendo. Enquanto a cidade ainda cambaleava graças a esse ofensivo desastre, uma torre caiu em um distrito próximo a Siloé, e instantaneamente tomou mais dezoito vidas.

Questionado sobre essas tragédias consecutivas, Jesus disse: “Cuidais vós que esses galileus foram mais pecadores do que todos os galileus, por terem padecido tais coisas? Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis. E aqueles dezoito, sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou, cuidais que foram mais culpados do que todos quantos homens habitam em Jerusalém? Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis “ (Lucas 13.2-5).

Ignorando as regras normais de bom gosto, tato e diplomacia, Jesus, com efeito, declarou que todos os seus ouvintes eram pecadores em necessidade de redenção. Então, como agora, era virtualmente garantido que essa mensagem ofenderia muitos – talvez muitíssimos – da audiência de Jesus.

Aqueles sem senso de culpa pessoal – incluindo a grande maioria dos líderes religiosos – foram, é claro, imediatamente ofendidos. Eles estavam convencidos de que eles eram bons o bastante para merecer o favor de Deus. Quem era esse homem para chamá-los ao arrependimento? Eles deram as costas em furiosa incredulidade.

Os únicos que não se ofenderam foram aqueles que já sentiam sua culpa e estavam esmagados sob o peso de seus fardos. Sem se afetar pela indignação ou autojustificação, eles poderiam ouvir a esperança implícita nas palavras de Jesus. Para eles, a recorrente frase “se não vos arrependerdes” apontava o caminho da redenção.

Em outro lugar, Jesus fez a promessa de vida e perdão explícita: “Quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida” (João 5.24). “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão” (João 10.27,28).

Isto, claro, é a gloriosa mensagem do Evangelho, tão potente e tão relevante hoje quanto era então.Mas a promessa é para aqueles que estão cansados pelo pecado; aqueles que têm fome e sede de justiça (Mateus 5.6); aqueles que vêm a Cristo com corações arrependidos – não aqueles que estão convencidos de que são fundamentalmente bons.

Pessoas orgulhosas, incluindo um monte de religiosos que se chamam de cristãos, não creem na mensagem de Cristo, no fim das contas. Ele disse: “E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento” (Marcos 2.17).

Então, o que Jesus diria a uma sociedade pluralista, tolerante e autoindulgente como a nossa? Estou convencido de que sua abordagem hoje seria a mesma estratégia que vemos no Novo Testamento. Para pecadores complacentes, arrogantes e satisfeitos consigo mesmos (incluindo muitos nos rol de membros de igrejas) suas palavras soariam duras, chocantes e provocadoras. Mas para os “pobres em espírito” (Mateus 5.3) – aqueles que estão exaustos e gastos pela destruição do pecado; desesperados por perdão e sem qualquer esperança de expiar o próprio pecado – o chamado de Jesus a uma fé arrependida permanece como a verdadeira entrada para a vida eterna.

Essa é uma mensagem particularmente dura em culturas como a nossa, que exaltam o amor a si próprio, a autoestima ou a justiça própria; mas Jesus foi absolutamente claro, e essas palavras ainda falam conosco: “Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado” (Lucas 18.14).

John MacArthur


(...)

Tenho uma frase em um dos meus textos que sugere ”antes de encontrar a pessoa certa, encontre-se, para não sobrecarregá-la com a responsabilidade de te fazer feliz”. Nenhum homem, ou mulher, ou quem quer que seja, aguenta essa sobrecarga. É natural. Nem pai, nem mãe, ninguém.

Ser feliz é responsabilidade de cada um, mas nunca entenderemos isso, nunca seremos felizes, nunca encontraremos o que estamos procurando, parece que tudo continuará eternamente vazio enquanto projetarmos em alguém, em algo ou em qualquer coisa que estiver fora da gente.

Continuaremos cativos das emoções, hora radiantes, felizes, apaixonados, hora deprimidos, desesperançosos, autovitimizados, como se não houvesse lugar para gente nesse mundo.

Nosso lugar nesse mundo é o único onde cabe o mundo inteiro: nossa interioridade.

Portanto, aquiete-se. Esqueça as possibilidades, independente de quais sejam, de encontrar a felicidade fora de você. Isso não existe.

A boa notícia é: em você, há felicidade, há paz, há Deus, então, descanse, não de ouvidos para o choro, as lamentações e ruídos produzidos por sua mente. Ela apenas tenta fortalecer seu ego, ainda que de forma negativa, para que você se enfraqueça, se desvie de si mesmo.

Não faça mais nada. Não tente. Não corra atrás. Não projete. Não faça planos. Não se desespere. Apenas pacifique-se e, silenciosa, simplesmente ouvirá. Pacificada, simplesmente verá. Está tudo ai em você, não fuja e, lembre-se: antes de encontrar a pessoa certa, encontre-se, para não sobrecarregá-la com a responsabilidade de te fazer feliz. Eu sei que vai conseguir. Vai sim.

 Flavio Siqueira

O meu Deus se difere de todos os outros Deuses. Os outros desuses são mais "humanos" que o meu. Eles praticam a justiça, doa a quem doer. O meu Deus não.

O meu Deus é injusto, porque ele não paga com a mesma moeda quem O odeia. Ele dá sol e chuva para os bons e para os maus. Assim, mesmo os que não acreditam nele desfrutam de fartura, amor, paz e felicidade.

O meu Deus é injusto porque não é "humano" com as pessoas, pois enquanto alguns exigem alguma coisa para dar, ele dá espontaneamente, incondicionalmente, sem precisar de barganhas com ele.

O meu Deus é injusto porque além dele deixar o ser humano caminhar cegamente para o seu destino cruel intencional, ele interviu por tanto amá-los, e não exigiu que nenhum cumprisse as suas leis, pois sabia que isso os seria impossível, por tanto mandou seu Filho para sofrer toda a punição que o homem deveria receber como consequência do seu pecado.

O meu Deus é injusto porque amaldiçoou Caim (O primeiro assassino do mundo), mas ao mesmo tempo o protegeu dizendo que quem tocasse nele seria amaldiçoado 7 vezes mais.

O meu Deus é injusto porque decidiu dar justiça em quem simplesmente acreditasse na vinda e obra do Seu Filho.

O meu Deus e mais injusto ainda, porque perdoa quem constantemente, mesmo que conscientemente, peca contra ele.

De onde surge o sentimento de Inveja? Será do profundo egoísmo que cada um tem? Será uma inconformidade da própria deficiência de não conseguir alcançar o que o outro alcançou? Será uma confusa admiração disfarçada?

Por sermos humanos, todos nossos sentimentos são contaminados com nossa natureza doentia cujo o foco é a alta preservação. O próprio ego não é algo mau - é o "eu" apenas - porém, contaminado, ele se torna "eu" absoluto, que quer está acima, ser o primeiro. Por isso, se amo, também odeio por não ser amado. Se admiro, invejo por não ter.

Choramos, choramos por que fomos atingidos, e se no alegramos, alegramos por ter acontecido algo com nós, ou uma coisa ruim com nosso "inimigo". Por isso, "chorar com os que chorar, e se alegrar com os que se alegram" (Rm 12:15) é uma chamada tão importante e desafiadora pois é uma decisão altruísta.

Avalie seu coração! Se a cada degrau que ele sobe te consome de indignação, ou temos nos alegrado com o seu fracasso, talvez estejamos infectados com essa doença. Lembre-se! Lucifer se tornou Diabo por invejar Deus. Essa admiração completamente corrompida o levou a nadar nos mais variados sentimentos obscuros e maléficos.

Portanto, podemos com nossa inveja causar algum dano ao nosso adversário, porém, estaremos nos afogando de mar das trevas.




Que fui levado a crer nesses 51 anos:

1. A felicidade humana depende da existência de um ser infinito-pessoal. Sem Deus o cobertor é curto. O frio, insuportável.

2. Ninguém falou de modo mais sublime sobre Deus do que Cristo.

3. O amor redentor de Deus revelado pelo evangelho é a história mais bela que existe.

4. A democracia -melhor forma de governo até hoje concebida pelo homem - , depende da educação, da liberdade, da igualdade social, da participação popular, do cumprimento dos pactos e da defesa dos direitos humanos para sobreviver.

5. Separar Deus de religião é condição indispensável para que o homem não perca o encanto pelo seu Criador.

6. A propensão humana à mentira e ao egoísmo só pode ser vencida pela graça de Deus.

7. A vida é dura, curta e incerta.

8. A excelência da alma é medida pelo objeto do seu amor. Não há ser mais digno de ser amado do que Deus. Devemos amar a ele e a tudo o que ele ama. Essa é a essência do verdadeiro compromisso ético.

9. O amor misericordioso é a expressão mais basilar da verdadeira experiência de conversão. Quem não se compadece do pobre e do necessitado nega a fé.

10. A beleza do universo revela a glória do Criador.

Antônio Carlos Costa
Teólogo e fundador do Rio de Paz (Filiado ao DPI da ONU
www.antonioccosta.com

Nesse mundo de jogos sempre existe aquelas tais "manhas" que facilita o jogo, um atalho pra chegar aonde você quer. O Pou, um dos jogos mais baixados por aparelhos móveis já ganhou uma manha que faz o dinheiro ficar infinito. Quem não quer descobrir essa manha? Já pensou poder comprar aqueles itens mais caros pro seu bixinho virtual? Mas espera ai. A graça do jogo não é justamente conquistar dinheiro pra comprar itens melhores pro seu Pou? 

Como nos outros jogos, essas "manhas" vem pra facilitar, avançar ou chegar aonde você quer o mais rápido possível, porém, o jogo perde seu sentido pois o propósito é você correr, batalhar, perder, aprender, levantar, correr, descobrir, vencer.

Assim também deve ser nosso ato em relação a vida, mas o que fazemos é procurar essas manhas, atalhos, facilitações, meios de passar mais rápido dos problemas. A "pule daquela fase difícil" e nesse pular, perde algo que teria que usar numa fase adiante.

Há quem queira passar por cima de todos os outros jogadores normais colocando "hakers" em seus dispositivos ultrapassando níveis que ele mesmo não alcançou. Uma forma de bular ou como no linguajar dos games "bugar" pra chegar no objetivo.

Saiba que o propósito do jogo não é si mesmo chegar na fase final, matar o ultimo chefão ou chegar no ultimo nível do jogo. A graça é justamente o jogar, o alcançar, o conquistar. A vida segue na mesma direção. Isso responde o porque dos países mais pobres e sofridos como na África ter testemunho de gente que nunca sofreu de depressão, porém. nos países subdesenvolvidos como no Japão são onde encontramos os maiores índices de suicídio. Isso porque eles já tem tudo o que querem. Então o que tem pra fazer? Absolutamente nada, tudo já foi alcançado.

Experimente a vida e veja o que ela quer trazer. Evitemos pular etapas. Um momento difícil é pra se refletir e não subitamente entrar em desespero querendo sair. "Bugar" a vida é ser alguém que você não lutou pra ser, e tirar a felicidade de lutar por alguma coisa.

"Todo Carnaval tem seu fim", é certo, porém eu o usufrui quanto pude, e aprendi o que tinha pra aprender.

Pra quem não sabe o que é, a foto ai diz tudo. Saudosismo é aquele sentimento de "saudar" o passado e pensar o como ele era bom e olhar no presente-futuro e ver o quão distante está e quão impossibilitado é. Deixa as coisas que para trás ficaram. É a saudade daqueles bons tempos que não voltam mais.

O problema é que justamente ele não volta mais, porém, ele pode nos atingir implacavelmente de 2 maneiras distintas mas que resulta num mesmo propósito. Nos deixa estagnados.

Veja pelo lado de olhar os dois lados. Olha o que você era, olha quem é agora. Frustrante! O que você fazia, o que você não fazia. Dentro de nós só falece a esperança de ser melhor, porque com o tempo você só piorou.

A outra vertente é você viver de passado. Agora você não olha pra sí em contraste do passado. Agora você olha apenas o passado e se vangloria. "Lembra quando eu fiz isso", "Antes eu não deixava isso acontecer", "Eu era um dos melhores...". E isso te enche tanto que o que é agora não importa, o que importa é que muito eu já fiz.

Perceba. Um conceito de Saudosismo te fez agonizar ao mostrar a realidade que é no presente em contraste com o passado. O outro te fez se orgulhar, não te levando ao presente, mas fazendo-o se valorizar o passado. Tanto um como o outro não edificou, não construiu, não acrescentou nada. Ao invés disso, só tirou, só diminuiu. O passado abstrato, se torna concreto.

Por isso, depois de ter contado de todo o seu passado glorioso e ao mesmo tempo "inútil", Paulo de Tarso disse: "... não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo..." (Fp 3:13-14)

É tempo de viver o aqui e agora. O que eu fiz ontem, não vale pra hoje. O que fiz hoje não valerá para amanhã. Se errei, não vou me falecer em depressão e culpa, porque amanhã é mais uma chance. Se acertei, amanhã é dia de acertar de novo pois tem mais uma batalha.

"Literalmente, force com criatividade os seus filhos e netos a jogarem bola, subirem em árvore, a empinar pipa ou papagaio, a correr, a sair de casa, a apreciar a natureza; pois, do contrário, o resultado mental, psicológico, emocional e neural poderá ser desastroso" - Caio Fábio
Se você tem facebook, poderá perceber de forma mais nítida a duração das relações de hoje. A uma semana "está em uma relacionamento sério", depois de uma semana "passou de uma relacionamento sério para solteiro". Resolvi perguntar algumas pessoas no Ask o porque disso, já que elas são telespectadores ou mesmo protagonistas desse fato. Achei as resposta um tanto quanto corentes. Vamos ver:

Medo de ficar só.
"Porque as pessoas , não sabem esperar a chegada da pessoa certa , portanto se desesperam por medo de ficarem só e se apegam a qualquer coisa que aparece em seu caminho , vivem aquilo descobrem que estão errando, sendo assim as pessoas e os sentimentos se tornam descartaveis" - Yasmim

Troca de amor por promicuidade.
"Porq as pessoas são falsas, e preferem alguns minutos com varias pessoas do qq uma vida toda ao lado de alguem qq saiba amaar de vdd ' , putaria x amor , o que ta ganho é a putaria" - Larissa 

"Por que depois que o sexo ficou fácil de conseguir o amor ficou difícil de encontrar, e sem amor nada permanece" - Stela

Falta de amor.
"Por que ninguém sabe mais amar" - Mikaely

"Não existe amor, é só troca de favor" - Lohana

Aparência e trauma.
"pq hj em dia as pessoas nao levam a serio os seus sentimentos julgam mto aparecencia e acham q pq ja sofreu algum dia deve discontar isso no proximo relacionamento ai foi traido ai pega e sai traindo todo mundo nao foi levado a serio ai nao acredita mais em ninguem e por estar havendo tantas pessoas safadas ta todo mundo generalizando e esquecendo que ninguen e igual
e tanta coisa q atrapalha os relacionamentos de hoje em dia" - Jackelyne

"Penso que é por conta das Traiçoes , e hoje em Dia as pessoas estão querendo é mais é ficar sem compromisso" - Beatriz

Sem fundamento, alicerce.
"Por que hoje em dia qualquer briga ou desentendimento é motivo para terminar. Parece que as pessoas não sabem que a base de um relacionamento é o dialogo e a amizade, e também o que conta nos dias de hoje é a "quantidade", por exemplo: Quantas namoradas ou namorados uma pessoa já teve. Ngm quer mais nada serio." - Caren

Não querem sofrer o dano, ou aderir com as consequências.
"poorque as pessoas nãão se amam de verdade ! preferem fugir de problemas ao invés de concertá los!" - Isabela

Se está insatisfeito, é hora de trocar.
"porque hoje em dia tá tudo tão fácil..." - Juliana

Precocidade.
"Desde que o sexo fico facil o amor esta dificil de ser encontrado
As pessoas começam um relacionamento ja pensando no final dele
Hoje eles nao fazem mais questão de passar o resto da vida com uma pesssoa só
Por isso os relacionamentos duram tão pouco hoje em dia" - Taynara

Infidelidade.
"Pq os relacionamentos ao invez de ser entre 2 pessoas estão sendo de 3 a mais" - Bianca

Pra não ficar pra trás.
"A porque hoje em dia namoro virou modinha as pessoas se conhecem ne um dia no outro ja ta namorando mesmo sem gostar da pessoa" - Joyce

Pessoas imaturas.
"Porque as pessoas são falsas,porque mentem umas para as outras,e porque falta amor,e elas não fazem por onde,para "criar" esse amor entre elas." - Emanuela



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Com certeza esse assunto apocalíptico atrai e muito a atenção e a curiosidade das pessoas. Querem saber como vai ser, querem desifrar os símbolos metafóricos do livro de João que não está nem em ordem temporal. O fim está no meio, o começo de tudo está no fim e assim vai.

Biochips, caixões fema, anti-cristo se levantando e prol da paz. Illuminats. Até a teoria maia do 2012 está valendo. Profetas se levantam e influência muitos "fieis" à sua teoria de que sabe o dia que o mundo acabará. Mas de verdade, devemos mesmo ficar complexos a saber disso? Alugém poderia me responder: "Claro, precisamos alertar as pessoas do doloroso fim que os espera, pra quem elas espertem pra vida.

Bom, pregar Jesus por meio do medo? Num sei se é exatamente assim o certo. O livro de apocalíspe não veio pra trazer medo, mas esperança aos que sofrem pelo evangelho. Vem dizer da glória que haverá no fim de tudo, na justiça de Deus.

Outra coisa. A tamanha curiosidade dessas pessoas na verdade são atos de preocação, ou seja, para que esses acontecimentos não as pegue de suspresa. O fato é que estão esperando acontecer alguma coisa para abrir o leque do fim. Abra os olhos! Desde quando o mundo foi criado, ele está andante cegamente para o seu fim. Desde os tempos de Adão já foi apertado o botão da bomba. Estamos no fins dos tempos e os sinais estão ai. Fome? sempre teve. Amor? Se esfriando a cada vez. Pecado? Cada dia mais livre, orgulhoso e abundante.

O fim está ai, inevitalvelmente. E o que fazer? Nada. Nada? Isso. Não nada o que fazer contra isso. Digo isso pois penso que a procura pelas informações do fim é na verdade uma maneira pra escapar disso. Mas não há. Então o que há se fazer é o que sabemos que devemos fazer. Amar as pessoas como se não houvesse amanhã, pois ele, na verdade, não há. Amar a Deus com todas as forças. Anunciar a esperança em Cristo, pois o fim e o inferno, é viver sem Ele!
A grande ironia é que, grande parte das dores da nossa alma fundamentam-se no que "não é".

Sim, os núcleos dessas dores estão no nosso passado (sejam cinco horas, um dia, uma semana ou cinco anos atrás, na adolescência, na infância ou no nascimento) ou no futuro (sejam três horas à frente, seis horas, um dia, uma semana, um mês, cinco anos ou a hora da morte).

O fato não perceptível e surpreendente pra muita gente é o seguinte: passado e futuro são coisas inexistentes. O passado inexiste porque já não é. O futuro inexiste porque jamais chegou a ser.

Tirando-se passado e futuro, geralmente o que sobra é a bonança e alegria possível do agora, do hoje. Pois não é todo dia, e muito menos toda hora que uma bomba explode na nossa vida. Mas quem quer viver e desfrutar o hoje e o agora?

A vida, pra muita gente, é composta basicamente pelos ecos amargos do passado que já não é, e as projeções assombrosas de um futuro que jamais chegou a ser. Quem vive assim esvazia a vida. Porque só existe Vida e Verdade de fato, no Hoje e no agora. Vida é agora, vida é hoje.

Me uno a um antigo salmista que declarou: "Hoje é o Dia que o Senhor nos deu, portanto alegremos-nos e regozijemo-nos nele (no dia de hoje)".

Viver fixado no passado ou no futuro incompatibiliza a nossa consciência em relação à voz, ação e companhia divina. Pois quando Moisés perguntou ao Senhor como responderia a Faraó quando este perguntasse o nome do Deus que o enviara a proclamar libertação do escravo povo de Israel, O Senhor respondeu dizendo: "Diga-lhes que meu nome é EU SOU". Ou seja, Ele não foi e nem será. Ele É! Hoje, agora. "Eu Sou!". E eu? Será que eu sou?Será que eu estou aqui,a gora, me apropriando e me beneficiando do hoje?

Penso nas muitas vezes que pessoas chegam a sentir culpa, por estarem sentindo-se tão bem, mesmo com a consciência da coisa horrível que aconteceu no dia de ontem. Por outro lado, pessoas sentem-se culpadas por estarem tão em paz, quando uma nuvem negra problemática parece estar à frente no tempo...

Quando a gente aprende a valorizar e viver o hoje (única vida real e existente) a gente acaba tendo que confessar que nós mesmos nos boicotamos perante tamanha Graça, renovo, descanso, consolo e paz dispensadas pelo Pai Eterno.

"Eu Sou contigo". Hoje. Agora.

"Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo; pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama HOJE, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado. Porque nos temos tornado participantes de Cristo, se, de fato, guardarmos firme, até ao fim, a confiança que, desde o princípio, tivemos. Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração". (Hb 3:12-15)

Marcello Cunha
O sofrimento pode ser o caminho através do qual chegamos às nossas verdades. A estrada pela qual chegamos à maturidade atravessa, necessariamente, a escuridão e a solidão. A escuridão, porque sofrer implica perder as referências, desdenhar das explicações, questionar os clichês e aventurar perguntas. A escuridão é o momento quando não caminhamos porque vemos, mas porque intuímos, recordamos e temos fé. Intuímos o rumo certo pelo tanto que já caminhamos, recordamos as experiências aprendidas em momentos semelhantes no passado e andamos por fé, que supera as trevas, prescinde de explicações e transcende as certezas.

A solidão é imprescindível na trilha do sofrimento. A dor pode ser compartilhada, mas jamais transferida. Pode ser percebida, mas não capturada. Pode até ser escondida, mas nunca suprimida. Quem sofre, sofre sempre em solidão. Não necessariamente porque lhe falta boa e providencial companhia, mas porque todo sofrimento pessoal, em sua dimensão mais profunda e essencial, é intransferível. O sofrimento tem sua realidade particular, e não pode ser diferente: cada um sofre por uma razão, é vitimado em áreas distintas, por motivos diversos e com respostas as mais variadas, num dégradé de resiliência que vai da meninice do chororô ao heroísmo quase estóico, incluído entre os tons das cores a grandeza da fé, resignada e esperançosa, e por isso engajada e mobilizadora.

O sofrimento desperta para o ético e o estético. Convoca virtudes adormecidas a que subam ao palco: coragem, perseverança, paciência, honradez, respeito à vida. Possibilita o lapidar do caráter, apara arestas, harmoniza as formas, faz irromper a beleza escondida na frieza do coração. O sofrimento quebranta orgulhosos, vaidosos e prepotentes, faz desmoronar intransigentes, legalistas e moralistas. Como o martelo do escultor, retira os excessos da pedra e dá à luz o belo, o sublime, o deslumbrante.

Quem sofre descobre seus limites, identifica verdadeiras amizades, vislumbra novos horizontes, abre a mente para novas verdades e o coração para novos amores. O sofrimento produz compaixão, evoca misericórdia, gera solidariedade. O sofrimento cria caminhos para arrependimentos e confissões, subverte juízos e sentenças, possibilita aproximações e reconciliações.

O sofrimento coloca homens, mulheres, velhos e crianças, de joelhos. Faz com que os olhos procurem os céus. Dilata a alma para o mistério, conclama o espírito para o inefável, inspira poesias e canções, faz surgir nos lábios o perfeito louvor. Quem sofre aprende a perdoar e pedir perdão. Ganha a oportunidade de colocar o rosto no chão, em clamor e oração. O sofredor jamais chora em vão. Deus habita também a sombra e a escuridão.

O sofrimento é o ônus do viver, o custo do amor, a paga pelo crescimento, o preço da maturidade. Viver é muito perigoso, já dizia Guimarães. Amar é muito precioso. Crescer é muito doloroso. Amadurecer é muito custoso. Crer é coisa de teimoso. O sofrimento diminui o poder da morte, dissolve a crueldade da indiferença, envergonha a pequenez da alma, desmascara o mundo de mentirinha da ingênua infância, quebra a maldição da incredulidade. Aceitar a realidade e inevitabilidade do sofrimento é escolher a vida, decidir amar, optar pela plenitude, apostar na fé.

Ed René Kivitz
Alimentar emoções passageiras que nascem no coração pode fazer com que uma vida inteira seja prejudicada e se torne repleta de decepções e mágoas. Afinal, a Bíblia mostra que o coração foi feito para sentir e não para pensar. Enganoso é o coração, mais do que todas as coIsas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá? (Jeremias 17.9).

Para construir uma família bem edificada, é preciso distinguir o amor verdadeiro da paixão. Por isso, deve-se fugir das armadilhas deste mundo, mantendo- se sensível para ouvir a voz de Deus. Se analisamos estes dois sentimentos citados, veremos que são bem diferentes. O amor é paciente, benigno, não arde em ciúmes, não se exaspera, não se ensoberbece, não se ressente do mal (I Cor. 13:4-5) e de todos, ele é o mais importante. Agora, portanto, permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e o amor. A maior delas, porém, é o amor (I Coríntios 1:13).

Já a paixão é demasiadamente ciumenta e possessiva. Muitos jovens conhecem uma garota “bonitinha” que lhes desperta interesse e, inicialmente, parece ser tudo aquilo que eles desejavam. Logo se apaixonam e começam a acreditar que estão amando. Porém, envolvidos pelo sentimento, não prestam a atenção na sua conduta, se ela é realmente uma pessoa idônea, honesta, cuidadosa e fiel a Deus, características essenciais em alguém para que um seja namoro feliz.

Para Dárcio Miranda, psicólogo clínico especialista na linha comportamental cognitiva (que baseia-se na teoria de aprendizagem social), ter esta atitude é um grande engano. “Não existe amor a primeira vista. A paixão resulta basicamente no sentido primário e o amor no secundário, pois a paixão deriva de um sentimento de interesse onde haverá muita sexualidade envolvida”, afirma. Ele explica que a palavra paixão deriva do prefixo grego patus que significa patologia-doença.

Para o especialista, a paixão no início de um relacionamento é algo natural do ser humano e sua tendência é se desenvolver e se transformar no amor em função da relação que vivem as duas pessoas demostrando interesse mútuo. Porém, só irá ser desta forma, quando existe reciprocidade de pensamentos e sentimentos. O psicólogo chama a atenção para um perigo, a permanência da paixão. Segundo Dárcio, caso isto persista por muito tempo, se tornará em uma situação nada saudável. Pelo contrário, vai gerar ciúmes e sentimentos possessivos, chegando a comprometer esta vida em comum. “Em uma relação amorosa, a paixão é admissível no início, mas um relacionamento sustentado por ela, não será proveitoso”.

Apêndice

Podemos dizer que a paixão é justamente o afeto, a vaidade, o desejo atrativo. Sendo assim, não podemos desprezá-lo, mas sim, não colocarmos como fundamento, pois ele é também importante no relacionamento. O amor é a emoção incondicional. Ele sobrevive sem o desejo, sem a beleza. Não é egoísta porque ama, e por isso, é altruísta. Porquanto, para a plenitude dos corações, é bom que eles estejam juntas, pois, uma paixão sem amor não dura, e amor sem paixão não tem graça.
Em Abril de 2000, Ruby Eliason e Laura Edwards morreram em Camarões, na África. Ruby tinha por volta de oitenta anos, foi solteira por toda a sua vida, dedicou todo seu tempo a apenas uma grande coisa: fazer Cristo conhecido entre aqueles que não tinham sido alcançados, entre pobres e doentes. Laura era viúva, médica, também por volta de oitenta anos, e servia ao lado de Ruby em Camarões. Os freios falharam, o carro desceu um penhasco e ambas morreram instantaneamente. Perguntei à minha congregação: Isso foi uma tragédia? Duas vidas, dirigidas por uma grande paixão: devotar suas vidas à um serviço sem precedentes, por amor aos pobre que perecem e para a glória de Jesus Cristo – mesmo duas décadas depois de seus amigos e colegas americanos haviam se aposentado e dedicado o resto de suas vidas à coisas fúteis.

Eu vou contar o que é uma tragédia. Vou mostrar como desperdiçar sua vida. Considerem a história que saiu na revista Reader’s Digest de fevereiro de 1998: “cinco anos atrás um casal se aposentou antecipadamente, ele tinha 59 anos e ela 51. Hoje eles moram numa cidade litorânea na Florida, onde passeiam em seu iate, jogam softbal e colecionam conchas.” À primeira impressão, pensei que fosse alguma piada sobre o Sonho Americano, mas não era. Tragicamente, esse era o sonho: chegar ao fim da vida – a única e preciosa vida que Deus deu – e fazer com que a grande obra dos seus dias, que será apresentada diante do Criador, seja essa: jogar softball e colecionar conchinhas.

Imagine este casal diante de Cristo no dia do Grande Julgamento: “Olhe Senhor, minha coleção de conchinhas.” Isso é uma tragédia. E as pessoas tem gastado milhões de dólares persuadindo você a sonhar com essa tragédia. Contra isso, eu coloco meu protesto: Não compre essa idéia. Não desperdice sua vida.

Você pode não ter certeza se quer que sua vida faça diferença. Talvez você não se importe em fazer diferença por amor a algo grande. Você só quer que as pessoas gostem de você; se as pessoas estiverem a sua volta você estará satisfeito. Ou se você pudesse ter um bom emprego, uma boa esposa ou marido, algumas crianças, um carro legal, longos finas de semana com uma meia dúzia de amigos, uma boa aposentadoria, uma morte rápida e “fácil” e não ir pro inferno – se você pudesse ter tudo isso (mesmo sem Deus) – você estaria satisfeito. Isso é uma tragédia tomando forma, uma vida desperdiçada.

John Piper